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Archive for the ‘Futebol Internacional’ Category

6Há exatamente dez anos, o Corinthians iniciava sua saga para a conquista do Mundial de Clubes da FIFA, o primeiro da história. Há muita polêmica em torno do título. Uns dizem que não é correto alguém participar de um mundial sem antes vencer seu continente, etc. O fato é, porém, que o Corinthians entrou na competição por ser o campeão do país sede, assim como os países organizadores de Copas do Mundo entram automaticamente no torneio.

O Mundial estava planejado para ocorrer em 1999, por isso entraram no torneio os campeões da Libertadores e do Brasileiro de 1998, Vasco e Corinthians, respectivamente. Além deles, participaram os campeões da Champions League de 1998/99, Manchester United, da Copa Intercontinental de 1998, o Real Madrid e os campeões da Oceania, Ásia, CAF e CONCACAF, South Melbourne, Al Nassr, Raja Casablanca e Necaxa, respectivamente. Os times foram divididos em dois grupos, um com sede em São Paulo e um no Rio de Janeiro. No grupo da capital paulista ficaram Corinthians, Real Madrid, Raja Casablanca e Al Nassr e os clubes restantes foram para a Cidade Maravilhosa.

A participação do Corinthians se iniciou há exatos dez anos, no dia 5 de janeiro de 2000, apenas 14 dias após o time ter se sagrado bicampeão brasileiro. O primeiro jogo foi contra o Raja Casablanca, do Marrocos, e o Timão venceu por 2 a 0, gols de Luizão, aos 4, e Fabio Luciano, aos 19 do segundo tempo. No segundo gol, a bola não ultrapassou a linha, mas o árbitro italiano validou o gol e esse foi o resultado final da partida.

Dida defende o pênalti batido por Gilberto

O jogo seguinte era, sem dúvidas, o jogo mais importante e esperado da fase classificatória. O adversário era o poderoso Real Madrid, que contava com grandes craques, como Raúl, Casillas, Sávio, Roberto Carlos, Anelka, Hierro, Redondo, Eto’o, entre outros. Toda a expectativa foi recompensada na hora em que o árbitro apitou. Logo aos 20 minutos, Roberto Carlos bateu falta com força e o atacante Anelka desviu levemente de calcanhar, matando as chances de Dida chegar na bola. Porém, o Corinthians tinha Edílson. Karembeu, volante do Real, havia dito antes do jogo que não conhecia o Capetinha e com certeza se arrependeu aos 29 minutos, quando o camisa 10 do Corinthians recebeu de Luizão e bateu firme, no cantinho de Casillas. O arrependimento mais viria no segundo tempo, aos 18 minutos, quando o mesmo Edílson recebeu em velocidade e colocou a bola por entre as pernas de Karembeu e fez o segundo do Timão. Entretanto, aos 26, Anelka recebeu a bola, deu um drible de corpo lindo em Dida e empatou o jogo. Antes do fim do jogo, o mesmo Anelka teve a chance de desempatar o jogo, em cobrança de pênalti, mas Dida defendeu e o jogo ficou em 2 a 2.

Edílson coloca a bola por entre as pernas de Karembeu, do Real Madrid

No último jogo da primeira fase, o Corinthians tinha a obrigação de vencer por dois gols o Al Nassr, já que o Real Madrid tinha melhor saldo de gols. E foi isso que o time alvinegro fez.  Diante de mais de 30 mil pessoas no Morumbi, Ricardinho repetiu Edílson e colocou a bola por entre as pernas do zagueiro do time asiático e bateu de pé esquerdo, abrindo o placar aos 24 minutos. Depois disso, o Coringão continuou pressionando, em busca do segundo gol, mas a bola parou na trave e no goleiro. O gol da classificação corintiana só saiu aos 36 do segundo tempo, quando Freddy Rincón, capitão do time, recebeu de Luizão e bateu forte cruzado, marcando um belo gol e classificando o time para a final.

Rincón levanta a taça do título mundial

A partida final do Mundial aconteceu no Rio de Janeiro, estádio do Maracanã, contra o campeão do outro grupo, o Vasco da Gama. Todos os ingressos da torcida corintiana foram vendidos e mais de 20 mil torcedores do Timão estiveram presentes naquela noite de 14 de janeiro. O jogo foi muito movimentado, mas com muita marcação e poucas chances claras de gol. Nenhum gol saiu nos primeiros 90 minutos e o jogo foi para a prorrogação, mas o placar permaneceu o mesmo. A decisão foi, então, para a disputa de pênaltis. Os batedores pelo Corinthians foram Rincón, Fernando Baiano, Luizão, Edu e Marcelinho, e só o último errou sua cobrança. Entretanto, dois batedores vascaínos perderam, Gilberto teve sua cobrança defendida por Dida e Edmundo bateu o pênalti decisivo por cima da meta.

Após a cobrança de Edmundo, os corintianos de todo mundo podiam gritar e gritaram com todas as suas forças: “Eu sou Campeão do Mundo”. A partir daquele dia, o mundo era oficialmente alvinegro.

Ficha técnica da final:

Vasco da Gama 0 x 0 Corinthians

Local: Estádio do Maracanã

Horarário: 20h00

Data: 14 de janeiro de 2000

Público: 73 mil presentes

VASCO: Hélton, Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Felipe (Alex Oliveira); Amaral, Juninho Pernambucano (Viola), Ramon (Donizete) e Gilberto; Romário e Edmundo. Técnico: Antonio Lopes

CORINTHIANS: Dida, Índio, Adílson, Fábio Luciano e Kléber; Rincón, Vampeta (Gilmar Fubá), Ricardinho (Edu) e Marcelinho; Edílson (Fernando Baiano) e Luizão. Técnico: Oswaldo de Oliveira

Elenco do Corinthians no Mundial:

1 – Dida, 2 – Índio, 3 – Adílson, 4 – João Carlos, 5 – Vampeta, 6 – Kléber, 7 – Marcelinho, 8 – Rincón, 9 – Luizão, 10 – Edílson, 11 – Ricardinho, 12 – Maurício, 13 – Daniel, 14 – Márcio Costa, 15 – Yamada, 16 – Fábio Luciano, 17 – Fernando Baiano, 18 – Dinei, 19 – Augusto, 20 – Edu, 21 – Marcos Senna, 22 – Luís Mário, 23 – Gilmar Fubá

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Semana passada eu falei um pouco sobre o caso Henry. Hoje, vou destrinchá-lo. Estão exagerando nas reações. Faxineiros disseram ao jornal The Sun que se recusam a utilizar um aspirador com a foto do atacante francês, que inclusive leva seu nome.

Lógico que isso é apenas um símbolo do movimento moralista internacional contra o jogador do Barcelona. A realidade é que uma hipocrisia enorme envolve esse caso. Nenhum jogador não colocaria a mão naquela bola. Foi instinto, puro, inerente ao ser humano, assim como é o erro. E ninguém está discutindo que ele não errou.

Seria interessante, evidentemente, que Henry fizesse igual Robbie Fowler, ex-atacante do Liverpool, que após sofrer um pênalti inexistente, admitiu ao juiz que a falta não havia acontecido. O apitador, inclusive, não acreditou no inglês e manteve a decisão. Fowler cobrou fraco, no meio, e não fez o gol.

Isso é a exceção. Valendo uma vaga na Copa do Mundo, que seria uma decepção enorme para seu povo, não podemos cobrar que Thiery faça o mesmo. Podemos cobrar que ele se arrependa, como fez. Diferentemente de Maradona e do povo argentino, que até hoje tem orgulho da mano de diós. Lembrando que o lance na final de 1986 decidiu o título, e não apenas uma classificação.

O pior da história é a FIFA. Se o próprio protagonista da infração admitiu que uma nova partida seria o mais justo, por que não fazê-la? No futebol, as regras são distorcidas diversas vezes por motivos escusos e condenáveis. Ninguém criticaria se assim fossem por motivos nobres, como este. A entidade máxima do esporte fará reunião especial sobre o caso, e espero que deliberem a favor da anulação.

Estão pegando Henry para cristo. Como se ele fosse o responsável de todas as mazelas do futebol. Como se ele simbolizasse tudo que há de ruim. Muito pelo contrário. A qualidade técnica exuberante do atacante e sua sensibilidade em arrepender-se e admitir o erro são justamente o que fazem do esporte o que ele é. Sinceramente? Henry é o menor dos problemas.

E o monstro ataca novamente…

Luiz Gonzaga Belluzo incorporou Mr. Hide mais uma vez. Em festa da Mancha Verde, gritou, calorosamente, “Vamos matar os bambis”. Evidente que até uma criança de 5 anos percebe que ele não estava incitando os palmeirenses a exterminarem são paulinos. Mas, de certa forma, estava. E é deplorável um dirigente de um dos maiores clubes do país agir dessa forma.

Belluzo alterna momentos de brilhante e vanguardista dirigente com momentos de cartola, no mais fiel significado da palavra. Aquele amador, inconseqüente, dos primórdios do futebol profissional. Alterna momentos de Dr. Jekyll com momentos de Mr. Hide. Uma pena, realmente.

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Depois de uma semana ausente, o Brasucas ao Extremo está de volta nesta quarta-feira, porém, a semana não favoreceu um retorno em grande estilo. Por conta dos jogos de seleções, tanto em simples amistosos, como em disputas por vagas na próxima Copa do Mundo, grande parte dos campeonatos nacionais foram interrompidos. Mas há sempre excessões, e nelas que focaremos.

Eduardo da Silva comemora pela Croácia

Como o assunto inicial foram os jogos internacionais, nada mais justo do que destacar a participação do brasileiro naturalizado croata Eduardo da Silva na goleada de 5 a 0 da Croácia sobre Liechtenstein. Na partida amistosa, o atacante do Arsenal fez o goleiro rival buscar a bola no fundo das redes por duas vezes.

Dentre os principais países futebolísticos da Europa, Itália e Portugal foram os únicos que viram brasucas vibrando nos últimos sete dias, e apenas pelas divisões inferiores. Na “Terra da Bota”, o meia Émerson ajudou o Lumezzane a bater o Monza por 3 a 0, pela Serie C1/A. Enquanto em Portugal, o atacante Adílson garantiu a magra vitória do Feirense sobre o Carregado. Mesma sorte não tiveram Portimonense e Sporting Covilhã, que mesmo com gols de Diogo e Rincón, não saíram de empates com Fátima e Santa Clara, respectivamente.

Em um segundo escalão europeu, chegamos a Grécia, onde, pela segunda divisão, o meia Léozinho fez o primeiro do Panserraikos na vitória por 3 a 2, fora de casa, sobre o Rhodos. No dia seguinte, foi a vez de Chumbinho, atacante que já defendeu o São Paulo, Náutico e Ponte Preta, marcar, garantindo os três pontos do Ethnikos em cima do Kalamata.

No leste-europeu, o Most teve dificuldades para vencer o Jihlava, 4 a 3 pela segunda divisão da República Tcheca, com direito a tento do meia Andrei. No mesmo dia, o zagueiro Dudu Paraíba, ex-Vitória e Avaí, fechou o placar de 3 a 0 do Widzew Lodz diante do Stal Stalowa Wola pela segundona da Polônia. Para encerrar o Velho Continente, o atacante Moreira tentou, mas não conseguiu levar o Honved além de um empate por 1 a 1 contra o Gyor, em partida válida pela Copa da Hungria.

Fora do principal palco do futebol mundial, rumamos a Ásia, que, mesmo sem rodadas em países como Japão, China e Coréia do Sul, conseguiu aparecer por aqui nesta semana graças a uma nova descoberta futebolística, Hong Kong. No campeonato da ilha, Ivisson não conseguiu evitar a derrota do Shatin para o Tai Chung por 3 a 1, no sábado. Já no domingo, Pegasus e Citizen ficaram no 1 a 1, com Márcio Martins marcando para os donos da casa, e Sandro igualando para os visitantes.

Rodrigo Teixeira após gol pelo Deportivo Cuenca

Como nem todos países respeitam as datas reservadas para disputas entre seleções, não haveria dúvidas que a bola continuaria rolando pela América Latina. E em nossas terras “vizinhas”, três brasileiros conseguiram estufar as redes adversárias. Na Costa Rica, o atacante Anderson marcou de pênalti, mas o seu Brujas F.C. saiu de campo derrotado por 3 a 2 pelo Municipal Pérez Zeledón.

Mais ao sul, precisamente no Equador, o atacante Rodrigo Teixeira, criado nas categorias de base do Vasco da Gama, garantiu a boa vitória do Deportivo Cuenca por 2 a 1 sobre o Olmedo, fora de casa. Para fechar a viagem e apagar as luzes, nenhum país melhor que o Paraguai, que contou com o meia Thiago Miranda marcando na derrota do 2 de Mayo para o Sportivo Luqueño.

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Dezessete de novembro de 2006 foi, para os húngaros fanáticos por futebol, um dos dias mais tristes da história. Naquela madrugada, faleceu, vítima de Alzheimer, o maior esportista húngaro do século XX, o atacante Ferenc Puskas.

O Major Galopante com a camisa do Honved

O Major nasceu no dia 2 de abril de 1927 e começou sua carreira comoprofissional com apenas 12 anos, atuando pelo Kispest, time de Budapeste, sua cidade natal. Como jogar com aquela idade era proibido, ele atuou com um nome falso, indicado pelo seu pai, o treinador do time. Ele passou a atuar como Puskas aos 16 anos, quando se tornou titular da equipe. Em pouco tempo, foi convocado para a Seleção Húngara, aos 18 anos. Um ano depois, aos 19, se tornou capitão do Kispest.

O time do atacante foi, em 1948, nomeado o time do exército húngaro, e mudou de nome para Honved. Ferenc se tornou Major do exército, daí seu apelido de Major Galopante. Como Honved, o time venceu a liga da Hungria em cinco oportunidades, tendo Puskas como artilheiro em quatro delas. No total, por Honved e Kispest, o Major atuou em 341 jogos, marcando impresionantes 352 gols.

O atacante, baixo e gordo, não era nem um pouco intimidador, mas quando levava a bola para sua perna boa, a chamada “esquerda de ouro”, era muito difícil de ser parado. Essas características que o levaram para o Real Madrid, em 1958, mas antes, muito aconteceu na carreira de Puskas.

Em 1956, o time de Honved, depois de ser eliminado pelo Athletic Bilbao da Liga Europeia, viu a revolução explodir em seu país e, por isso, decidiu fazer um tour pela Europa Ocidental e América do Sul. A FIFA proibiu a equipe de o fazer, mas o time foi assim mesmo. Ao fim do tour, em 1956, muitos jogadores decidiram ficar pela Europa Ocidental, e procurar uma equipe por lá. Puskas foi um deles e, por isso, foi suspenso pela UEFA por dois anos, quando não pôde atuar oficialmente.

Puskas com a taça da Champions League, com a camisa do Real Madrid

Ao fim dos dois anos de punição, já aos 31 anos, muitos acharam que ele nunca encontraria uma grande equipe, por estar fora de forma. Depois de tentativas frustradas de assinar com Manchester United, Juventus e Milan, Ferenc acabou assinando contrato com o poderoso Real Madrid, onde, aos 31 anos, faria dupla de muito sucesso com o grande Alfredo Di Stéfano.

Pelo time merengue, Puskas conquistou cinco Campeonatos Espanhóis e três Champions League, em oito anos de clube. Quase sempre como artilheiro, tendo sido o goleador máximo de duas Ligas dos Campeões e quatro Espanhóis, somando 157 gols em 182 jogos pelo Real. Suas grandes atuações o levaram a disputar a Copa de 1962, no Chile, pela Seleção Espanhola, mas o Major atuou apenas quatro vezes pela Fúria e não marcou nenhum gol.

O grande destaque do atacante foi, porém, pela Seleção Húngara, onde formou, com seus companheiros de Honved, a melhor seleção da história do país, os chamados Magiares Mágicos. O time iniciou sua “magia” nas Olimpíadas de 1952, quando o time venceu o torneio, com Puskas marcando quatro gols, sendo um deles na final. Um dos feitos mais marcantes dos Magiares foi a vitória por 6 a 3 contra a Inglaterra, em pleno estádio de Wembley, feito que nenhum time não-britânico tinha conseguido até aquele ponto.

Em 1954, na Copa, a equipe húngara foi arrasadora até as finais. Venceu Coréia do Sul (9 a 0), Alemanha Ocidental (8 a 3) e Brasil (4 a 2). Os Magiares chegaram a final como favoritos incontestáveis, mesmo com Puskas machucado e atuando no sacrifício. O Major Galopante marcou logo aos seis minutos, e viu seu companheiro aumentar o placar apenas quatro minutos depois, praticamente matando o jogo. Entretanto, tirando forças do além, virou o jogo, que é, até hoje, conhecido por eles como “Das Wunder von Bern”, ou o “Milagre de Berna”.

Puskas foi, sem dúvidas, o maior jogador da história da Húngria, e um dos melhores da História do Futebol. Na carreira, foram 593 gols em 612 jogos.

Perfil:

Nome Completo: Ferenc Purczeld (Nome de nascimento, seu pai mudou o nome da família alguns anos depois)
Nascimento: 2 de abril de 1927, em Budapeste, Hungria
Falecimento: 17 de novembro de 2006
Apelidos: Major Galopante, Öcsi (irmão mais novo, em húngaro)
Clubes: Kispest/Honved (1943-1956) e Real Madrid (1958-1966)
Títulos: 5 Ligas Húngaras
5 Ligas Espanholas
Campeão Olímpico
3 Copas dos Campeões
1 Mundial Interclubes

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Passados mais sete dias desde a minha última aparição aqui, volto com mais uma avalanche de gols brasileiros pelo mundo afora, e a manutenção do estilo de escrita em tópicos por países ou regiões do planeta.

Itália

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Nenê comemora um de seus gols sobre a Atalanta

Antes de entrar de vez na “Terra da Bota”, é preciso destacar o superclássico europeu entre Milan e Real Madrid desta terça-feira, que acabou em 1 a 1, com gol de Ronaldinho Gaúcho cobrando pênalti.
Pelas ligas nacionais, o destaque ficou com o atacante Nenê, ex-Cruzeiro, que fez dois na vitória do Cagliari sobre a Atalanta. No mesmo dia, o lateral Maicon fechou o placar de 2 a 0 da Internazionale sobre o Livorno, e Adaílton não conseguiu evitar a derrota por 2 a 1 do Bologna para a Roma.
Pela Serie C1/A, Togni mais uma vez balançou as redes com a camisa do Arezzo, desta vez no triunfo sobre o Pergocrema. Emerson e Paulinho também ajudaram o Lumezzane e o Sorrento a conquistarem três pontos, respectivamente.

Espanha e Portugal

Na Península Ibérica, o verde e amarelo teve pouco destaque nos últimos sete dias. Na Espanha, apenas um gol, sempre dele, Luís Fabiano, nos 2 a 0 do Sevilla sobre o novato Xerez. Enquanto em Portugal, o atacante Cássio, que começou no Corinthians de Alagoas, fez o único do União Leiria na vitória sobre o Paços Ferreira, e Lima garantiu o importante empate do Belenenses por 1 a 1 com o Porto.

França e Inglaterra

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Brandão fechou o massacre do Olympique

Além de Ronaldinho, outros brasucas que balançaram as redes pela Liga dos Campeões nestes últimos sete dias foram Hilton e Brandão, na espetacular goleada de 6 a 1 do Olympique de Marseille sobre o FC Zurich. O atacante ex-São Caetano ainda havia marcado no sábado, quando seu time empatou com o Tolouse por 1 a 1.
Também pela Ligue 1, o atacante Eduardo, ex-Joinville, garantiu que o Lens não saísse de campo derrotado em casa pelo Lorient.
Do outro lado do Canal da Mancha, local de poucos brasileiros desfilando pelos gramados, apenas Deco, comemorou com sua torcida, e foi nos 4 a 0 do Chelsea sobre o Bolton.

Holanda

Dois jovens talentos tupiniquins se destacaram pela Copa da Holanda, Jonathas e Jonathan Reis. O primeiro, criado na base do Cruzeiro, fez o seu nos 5 a 2 do AZ Alkmaar sobre o Spakenburg. Já o segundo, conhecido de quem acompanha a coluna, marcou na vitória por 2 a 0 do PSV sobre o Roda.
Pela Liga Holandesa, Leonardo evitou que o NAC Breda fosse derrotado pelo VVV, enquanto Everton, ex-Barueri, contribuiu para o triunfo de 3 a 1 do Heracles sobre o Utrecht.

Alemanha e Áustria

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Maicosuel comemora gol com seus companheiros

Nos antigos aliados de guerra, começamos pela Alemanha, onde o Hamburgo foi surpreendido em casa pelo Borussia Monchengladbach e acabou sendo derrotado por 3 a 2. Zé Roberto marcou para os anfitriões e o zagueiro Dante, ex-Juventude, marcou para os visitantes. No dia seguinte, Maicosuel garantiu os três pontos do Hoffenheim sobre o Freiburg, e outro ex-palmeirense, Caio, também levou seu time à vitória, 2 a 1 do Frankfurt em cima do Bochum.
Pela segunda divisão do país, o Duisburg bateu o Koblenz por 3 a 0, fora de casa, com dois tentos verde e amarelos, de Bruno Soares e do ex-sãopaulino Caiuby.
Na vizinha Áustria, o trombador Schumacher continua infernizando os goleiros adversários, desta vez foi o do Wiener Neustadt, porém, o Austria Vienna saiu de campo derrotado por 4 a 3. Fora da elite, o meia Sidinei participou do placar de 2 a 2 entre Gratkorn e Austria Lustenau.

Escandinávia

É na Suécia que se encontra a maior concentração de brasileiros dentre os países da região, e por lá choveu gol no último domingo, de nomes que costumam aparecer por aqui. Wanderson, Antônio Flávio e o garoto Vinícius Lopes, criado na base do Cruzeiro, ajudaram nas vitórias do GAIS, AIK e Hacken, respectivamente. Enquanto o artilheiro Álvaro Santos fez mais um pelo Orgryte, no empate por 2 a 2 com o Gefle.
Na Noruega, apenas um tento, o do atacante Diego Silva para o Aalesund, no 1 a 1, em casa, com o Stromsgodset.

Grécia, Turquia e Chipre

Nas belas terras gregas, gols apenas pela segunda divisão. Gustavo e Rogério marcaram nas vitórias respectivas do Kerkyra e Olympiakos Volou. Já o meia Léozinho, ex-Vasco da Gama e Sport Recife garantiu os três pontos do Panserraikos em cima do Kalamata.
Na Turquia a situação foi diferente, e tentos apenas pela elite do país. No empate entre Kayserispor e Fenerbahçe, o ex-corintiano Cristian fez o único dos poderosos de Istambul. No mesmo dia, Jorginho deu a vitória para o Gaziantepspor sobre o Diyarbakirspor.
Fora do continente firme, na ilha cipriota, Roma e Rodrigo tentaram, mas o Doxa Katokopia saiu de campo derrotado para o Anorthosis por 3 a 2. Perto dalí, Gabriel Lima, que jogou no Fluminense entre 96 e 99, marcou, mas o seu AEP Paphos perdeu por 2 a 1 para o Apollon Limassol.

Leste Europeu

Mais uma vez, esta região européia proporciona várias linhas nas quartas-feiras, e para começar, a Rússia, onde o Spartak de Moscou aplicou um sonoro 5 a 1 no Rostov, contando com dois gols do ex-colorado Alex e um do ex-esmeraldino Welliton. O Spartak Nalchik também goleou, 4 a 0 em cima do Kuban, com tento de Leandro.
Na Ucrânia, jogos do Shakhtar Donetsk são certeza de brasucas vibrando, e desta vez não foi diferente. O time jogou duas vezes nos últimos sete dias. Na primeira, pela Copa, Fernandinho participou dos 2 a 0 sobre o Dinamo de Kiev, enquanto na segunda, Jadson garantiu a vitória magra sobre o Chernomorets.

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Jadson vibra com a camisa do Shakhtar

Se os campeonatos russo e ucraniano recebem uma pequena divulgação no Brasil, os próximos não chegam nem perto de serem comentados. Na Hungria, Alex marcou para o Lombard-Papa no empate com o Paks. Já André Alves fez três, e o Videoton goleou o Vasas Budapest por 4 a 2, fora de casa.
Na Polônia, o jovem zagueiro Marcelo, ex-Santos, balançou as redes mais uma vez, agora nos 3 a 2 do Wisla Krakow sobre o Korona Kielce. Na Eslováquia, outro que aparece pela segunda semana consecutiva é o atacante Gaúcho, que deixou o seu na vitória do Slovan Bratislava sobre o Kosice.
Mais ao norte, na Estônia, o Nomme Kalju ficou no empate por 2 a 2 com o Narva Trans, e o zagueiro Alan Arruda contribuiu para o placar. Na vizinha Letônia, o Skonto Riga aplicou um belo 7 a 0 no Daugava, e o jovem Nathan Junior foi responsável por três desses gols.

Oriente Médio

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Douglas festeja gol da vitória

Fora de solo europeu, o “Mundo Árabe” é o próximo ponto de passagem. Primeiro a turbulenta Israel, onde Hapoel e Maccabi se enfrentaram pelo clássico de Tel Aviv e o zagueiro Douglas, ex-Avaí e Atlético Paranaense, fez o único gol da partida, garantido a festa da torcida do Hapoel.
Já nos milionários Qatar e Emirados Árabes Unidos, houve fartura de gols, como de costume. No primeiro, o experiente Araújo deixou três na goleada do Al-Gharrafa sobre o Al Rayyan. Mesmo número de gols de Davi para o Umm Salal em cima do Al Shamal. O veterano Magno Alves ainda completou o 4 a 1. Perto dalí, outro que não se contentou com apenas um tento foi Leandro, fazendo dois nos 3 a 0 do Al Sadd sobre o Qatar SC.
No segundo, o ex-flamenguista Emerson continua balançando redes. Desta vez foi nos 4 a 0 do Al-Ain sobre o Al Shabab. No mesmo dia, o Al Wahda bateu o Al Dhafra por 2 a 1, graças aos gols de Fernando Baiano e Pinga.

China e Coréia do Sul

Como a rodada foi diferente no Japão, os destaques do extremo oriente ficaram, principalmente, por conta do futebol chinês. Na liga do país, José Duarte marcou dois, mas não conseguiu evitar a derrota do Chongqing Lifan. Mesma situação de Jefferson Feijão, que já passou por Goiás, Internacional e Botafogo, e agora defende o Changsha Ginde, fez o seu mas saiu de campo sem ponto algum.
Quem conseguiu somar pontos foram o Chengdu Blades, três, graças ao gol de Rodrigues, e o Shaanxi Zhongxin, um, pelo tento de Vicente.
Já em solo sul-coreano, apenas uma rede balançada por um compatriota, e ainda um que ostenta o nome da nossa capital. O meia Brasília, que iniciou sua carreita no Ituano, ajudou a construir o 4 a 2 do Jeonbuk sobre o Gyeongnam.

América

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Maicon Santos no duelo contra o Galaxy

Cruzando o oceano rumo à América, o primeiro destino são os Estados Unidos, local que estreia nesta coluna. No domingo, o Chivas enfrentou o poderoso Los Angeles Galaxy e ficou no 2 a 2. Para a filial dos mexicanos, o brasileiro Maicon Santos anotou. Atravessando a fronteira, o meia naturalizado mexicano Zinha fechou a vitória de 2 a 0 do Toluca sobre o Queretaro.
Perto de nós, na América do Sul, o único brasileiro que saiu para o abraço foi atacante Roberval, que garantiu a vitória do Audax Italiano por 2 a 1, no Campeonato Chileno, sobre o Everton, mesmo jogando fora de casa.

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6Acredito quem 99% das pessoas que lerem esta coluna não saberão responder quando eu perguntar quem foi Alberto Spencer. Acredito, também, que caso alguém saiba, o conheça por um feito em especial e é exatamente por isso que ele será o tema da coluna de hoje. Falecido em 3 de novembro de 2006, Alberto Spencer, o “Cabeza Mágica”, foi centroavante do Peñarol, poderoso time uruguaio, que já conquistou cinco vezes a Taça Libertadores da América e três vezes a Taça Intercontinental, ou Copa Toyota.

Obviamente, porém, muitos jogadores já vestiram a camisa amarela e preta do Peñarol e nem por isso são lembrados, mas Spencer merece uma atenção especial. O “Cabeza Mágica” é o maior artilheiro da história das Copas Libertadores, tendo marcado 54 gols na competição, a maioria com a camisa do Peñarol.

O atacante começou sua carreira cedo, com apenas 15 anos, no Everest, do Equador, em 1953. Entretanto, o pulo na sua carreira ocorreu quando ele disputou uma única partida pelo Barcelona de Guayaquil, justamente contra os Mirasoles. Um dos diretores do time uruguaio foi falar com o “Cabeza” logo após a partida e conseguiu contratá-lo, em 1960.

Na equipe uruguaia, ele disputou nada menos do que 510 partidas, marcando incríveis 326 gols, o que o dá uma média de praticamente dois gols a cada três partidas. Pelos Carboneros, ele conquistou as Libertadores de 1960, 1961 e 1966. Nos torneios intercontinentais, ele venceu dois, contra Benfica e Real Madrid, perdendo apenas um, para o mesmo Real Madrid, em 1960. Nestas três oportunidades, ele somou seis gols, um a menos do que tem  Pelé, maior artilheiro do torneio. Além disso, o “Cabeza Mágica” conquistou oito títulos uruguaios pelo Peñarol, sendo artilheiro em quatro destes.

Graças às suas grandes atuações pelo time amarelo e preto, Cabeza chegou a ser sondado por diversos clubes da Europa, o que chegou mais próximo de contratá-lo foi a Internazionale de Milão, que tentou levar o jogador para a Itália em duas oportunidades, mas ele acabou ficando em território sulamericano. Em 1970, ele se despediu do Peñarol e foi para o Barcelona de Guayaquil, onde atuou durante dois anos, antes de acabar a carreira.

Outro fato interessante sobre a vida esportiva de Spencer é que ele é um dos únicos atletas a terem disputado jogos oficiais de Seleções por dois países diferentes. Durante diversos anos, ele alternou jogos pelo Uruguai, país onde teve mais sucesso, e Equador, seu país de origem. Alberto quase foi, também, jogar pela Seleção Inglesa, graças ao seu sobrenome britânico, mas acabou ficando no Uruguai e marcou um gol contra os ingleses em Wembley, sendo o primeiro equatoriano a conseguir tal feito.

Além de ser o maior artilheiro da Libertadores, Alberto Spencer é considerado o melhor jogador da história do Equador, tendo ficado em vigésimo na eleição dos melhores jogadores sulamericanos do século XX.

Alberto era, dentro de campo, um rival de Pelé, pelo fato de os dois marcarem muitos gols e de o Peñarol ter batido o Santos uma vez por 5 a 0, com Pelé em campo e pedindo para Spencer e seus companheiros maneirarem. Em uma entrevista, o Rei do Futebol chegou a dizer que um dos poucos jogadores que cabeceavam melhor que ele era o “Cabeza Mágica”.

Alberto faleceu em Cleveland, nos Estados Unidos, em 3 de novembro de 2006, vítima de uma doença cardíaca.

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Como os últimos sete dias mostraram uma quantidade imensa de atletas verde-amarelos fazendo seus gols pelo mundo, a coluna dessa quarta será escrita de um jeito diferente, de modo que a leitura seja facilitada.

Espanha

A rodada da Liga Espanhola foi fraca para os brasucas. No final de semana, apenas Nilmar balançou as redes, o de abertura de placar do Villarreal na vitória por 2 a 1 sobre o Málaga. Já na terça-feira, o Sevilla entrou em campo pela Copa do Rei e goleou o Atlético Ciudad por 4 a 2, com dois gols de Luís Fabiano.

Itália

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Pato deu show no Bernabéu

Antes de chegar às competições nacionais, primeiro temos que passar pela Liga dos Campeões. No jogo dos maiores campeões do torneio, o Milan levou a melhor sobre o Real Madrid em pleno Camp Nou, e graças a Pato, que marcou duas vezes e ajudou a construir a virada de 3 a 2.
Pela Serie A, o atacante Nenê, ex-Santa Cruz e Cruzeiro, fez o seu de pênalti para o Cagliari na vitória sobre o Genoa. No mesmo dia, Barreto, ex-Udinese, comemorou com a torcida do Bari no belo triunfo sobre a Lazio. Enquanto Amauri garantiu os três pontos da Juventus diante do Siena.
Ao descer para a Serie B, o destaque foi o Empoli, principalmente o atacante Éder, que começou no Criciúma e marcou duas vezes na última semana. Primeiro na vitória sobre o Ascoli, depois no empate com a Triestina. Outro que ficou no empate foi o Cesena, que contou com um tento de Guilherme do Prado, ex-Portuguesa Santista, no duelo contra o Grosseto.

Portugal

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Hulk beija escudo do Porto

Os portugueses se deram bem nas competições européias nos últimos dias. Pela Liga dos Campeões, o Porto bateu o APOEL por 2 a 1, sendo os dois gols de Hulk, recém-convocado por Dunga. Já pela Liga Europa, o Benfica meteu cinco no Everton, e o zagueiro Luisão contribuiu com o placar.
O clube de Lisboa ainda conseguiu outra goleada, desta vez por 6 a 1 em cima do Nacional pelo Campeonato Português. Nenhum brasuca fez para os vermelhos, mas o de honra foi de Edgar. Ainda pela Liga, Carlão e Cássio construíram o 2 a 0 do União Leiria sobre o Naval. Enquanto o zagueiro Evaldo empatou para o Braga diante do Rio Ave.

Holanda

Um jogador que vem se chamando a atenção recentemente é o jovem Jonathan Reis. O atacante saiu da base do Atlético Mineiro rumo ao PSV e sempre balança as redes. Na quinta-feira, garantiu a vitória do seu time sobre o Copenhagen pela Liga Europa, e no domingo fez mais um, na goleada por 4 a 0 sobre o NEC pela Liga.
Pela segunda divisão do país, o garoto Bruno Andrade participou do movimentado placar de 4 a 4 no duelo entre Helmond Sport e AGOVV. Já pela Copa da Holanda, na terça-feira, Leonardo marcou duas vezes no belo 6 a 1 do NAC sobre o De Treffers, enquanto Everton e André Bahia ajudaram nas vitórias respectivas do Heracles e Feyenoord.

Alemanha

País que costuma colocar alguns nomes no Opina Fute toda quarta-feira, não representou desta vez. Apenas um brasileiro conseguiu fazer a alegria da sua torcida, e pela segunda divisão. O atacante Cidimar, que já atuou pelo Internacional, Caxias, Guarani e Paysandú, fez para o Frankfurt nos 3 a 2 sobre o Munique 1860.

Turquia

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Alex é abraçado por companheiros após gol

Convocado mais uma vez por Dunga, o meia Elano fez o seu na quinta-feira passada, de pênalti, quando o Galatasaray passou pelo Dinamo Bucareste por 4 a 1 pela Liga Europa. Porém, no domingo, o tradicional clube voltou a campo, desta vez para o duelo contra o arqui-rival Fenerbahçe, e acabou saindo derrotado por 3 a 1, com dois tentos do craque Alex.
Pela segunda divisão do país, o ex-flamenguista Fabiano Oliveira comemorou com a torcida do Giresunspor na vitória por 3 a 0 sobre o Samsunspor.

Áustria e Suíça

Outro jogo que movimentou a Liga Europa foi Austria Vienna e Werder Bremen. Jogando em casa, os austríacos ficaram no empate por 2 a 2, e o atacante Schumacher, ex-Atlético Paranaense, guardou o seu.
Nas ligas nacionais, o meia Sandro, que já jogou pelo Vitória e Vasco igualou o marcador para o Austria Kärnten diante do Kapfenberg. Enquanto o atacante Fabiano, que iniciou carreira na Ponte Preta, fez um hat-trick no espetacular 6 a 0 do Wacker Tirol sobre o Hartberg.
Já na vizinha Suíça, gol apenas na segunda divisão, e mais uma vez de Silvio Carlos, que vem se destacando com a camisa do Lugano FC. Desta vez deixou um no empate com o Yverdon, fora de casa.

França

Em solo francês, apenas dois jogos contaram com tentos verde-amarelos. No primeiro, o Monaco bateu o Boulogne por 3 a 1, com dois gols do artilheiro do campeonato Nenê. Na outra partida, o meia Éderson fez o gol de honra do Lyon na goleada de 4 a 1 sofrida para o Nice.

Escandinávia

Como sempre, os países escandinavos enchem a Brasucas ao Extremo. Desta vez não foi diferente. Na Suécia, Wilton Figueiredo marcou para o Malmo no empate, fora de casa, com o GAIS. O time ainda voltou a campo quatro dias mais tarde, contra o Kalmar, novamente fora de casa, e foi derrotado por 5 a 4, com gol de Ricardo Santos para os donos da casa. O atacante também marcou no empate entre Kalmar e Helsingborg. Outro que vem fazendo sucesso em terras estrangeiras é Antônio Flávio, que garantiu a vitória do AIK sobre o Hammarby.
Na Noruega, José Mota deu a vitória ao Molde sobre o Fredrikstad, enquanto Diego Silva, ex-Londrina, não conseguiu evitar a derrota do Aalesund para o forte Rosenborg. Para completar, Felipe Gonçalves fez dois na goleada por 4 a 1 do Naestved em cima do Thisted, este pelo Campeonato Dinamarquês.

Leste Europeu

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Luiz Adriano com a camisa do Shakhtar

Assim como a Escandinávia, outra região recheada de brasileiros é o leste europeu. O primeiro alvo é a Ucrânia, onde o Shakhtar venceu o Tolouse por 4 a 0 na última quinta-feira, com gols de Fernandinho e Luiz Adriano duas vezes, pela Liga Europa. Já na Liga, o único tupinquim a comemorar foi o ex-flamenguista Jajá, na vitória do Metalista sobre o Vorskla Poltava.
Na Bulgária, o meia Tom, que já defendeu as cores de Botafogo e Portuguesa deu os três pontos para o Litex diante do Lokomotiv. Já José Júnior, ex-Duque de Caxias, ficou, junto ao seu Slavia Sofia, no empate com o Cherno More Varna. Mas quem não conseguiu somar nenhum ponto foi o Lokomotiv Plovdiv, que mesmo com gol de Rafael Sciani, foi derrotado pelo Sliven.
Em solo húngaro, o Lombard-Papa conseguiu atropelar o Nyiregyhaza por 5 a 1, e Alex fez dois neste placar. Perto dalí, no ex-clube da lenda Puskas, o Honved, Diego saiu para o abraço nos 3 a 0 sobre o Szolnok.
Um jogador que deveria ter recebido chance nesta última convocação de Dunga seria o atacante Welliton, que mais uma vez brilhou com a camisa do Spartak de Moscou, fazendo dois na vitória sobre o Khimki. No dia seguinte, outro Spartak entrou em campo pelo Campeonato Russo, mas o de Nalchik, que contou com gol de Leandro da Silva para arrancar empate do Zenit.
Na Polônia, o jovem zagueiro Marcelo, ex-Santos, garantiu o triunfo do Wisla Krakow  sobre o Piast Gliwice. Fora da elite do país, Dudu Paraíba fez o goleiro adversário buscar a bola nas redes duas vezes no elástico 7 a 0 do Widzew Lodz em cima do Znicz.
Para fechar a região, dois países que garantiram suas vagas na próxima Copa do Mundo. Na estreante Eslováquia, o atacante Gaúcho, ex-Juventus, fez para o Slovan Bratislava em cima do Sobota. Já na Sérvia, Cléo marcou dois para o Partizan diante do Rad, em clássico de Belgrado.

Grécia e Chipre

No sábado, o Olympiakos bateu o Ergotelis por 2 a 1 pelo Campeonato Grego, e o meia Dudu Cearense anotou um. No dia seguinte, pela Liga do Chipre, o Ermis fez 5 a 3 em cima do Aris. Joeano fez três e Wender um para os donos da casa, enquanto Eduardo Marques descontou para os visitantes.

Oriente Médio

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Juninho em jogo pelo Al-Gharrafa

Fora da Europa, a viagem chega à terra dos petrodólares. Nos Emirados Árabes Unidos, Marcelinho fez os dois do Sharjah na vitória sobre o Al Nasr. Outro que fez os dois do seu time foi Alexandre Oliveira, no êxito do Al Wasl diante do Al Dhafra. Mas quem não se contentou com dois gols foi Fernando Baiano, que deixou três na goleada do Al Wahda em cima do Al Shabab. O meia Pinga também fez um para os donos da casa.
Perto dalí, no Qatar, o meia Roger participou da vitória do Al Sailiya sobre o Al Shamal. Mesma sorte não tiveram Juninho Pernambucano e Júlio César, que ficaram em empate e derrota com as camisas do Al Gharrafa e Al Ahli, respectivamente.
Já na Liga do Bahrein, quem aparece mais uma vez por aqui é o atacante Rico, desta vez na vitória de 2 a 0 do Al Muharraq sobre o Manama.

Coréia e Japão

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Danilinho comemora no Jaguares

Na Terra do Sol Nascente, a legião de brasileiros é grande e um time que vem forte é o Kawasaki Frontale, que massacrou o Sanfrecce Hiroshima por 7 a 0, com dois gols de Juninho e um de Renatinho. Omiya Ardija e Kashima Antlers também venceram, com gols de Rafael Mariano e Marquinhos, respectivamente.
Pela segunda divisão do país, Maranhão e Kaio marcaram nas vitórias do Ventforet e Cerezo Osaka. Já Josimar, ex-Ipatinga, ficou apenas no empate com seu Ehime diante do Gifu.
De volta ao continente, na Coréia do Sul, o atacante Índio, que recentemente se destacou com a camisa do Vitória, deixou o seu na goleada de 4 a 1 do Gyeongnam sobre o Seongnam Ilhwa. No dia anterior, Edu havia empatado o placar para o Suwon diante do Jeonbuk.

México

Se há duas semanas quem apareceu aqui foi o atacante Itamar, desta vez o destaque vai para Danilinho, ex-Santos e Atlético Mineiro, que garantiu pelo menos o empate do Jaguares contra o Santos Laguna, no sábado.

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