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Archive for the ‘Resumo da rodada’ Category

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Na briga pelo título do Campeonato Brasileiro/2009, o Goiás conquistou 3 importantes pontos dentro de seus domínios. A vítima da vez foi o Santos, que detinha uma invencibilidade de cinco jogos na competição. A equipe de Hélio dos Anjos bateu o Peixe por 2 a 1 e cola de vez no líder Palmeiras.

Tentando comandar a partida mesmo longe de seus domínios, o Santos marcava forte o Goiás e abusava dos contra-ataques. O goleiro Felipe, grande destaque da partida, salvava o Peixe sempre que requisitado, porém, aos 19 de bola rolando, Vítor mandou para o fundo das redes do guarda-meta santista.

Empolgado, o Esmeraldino foi à frente para ampliar o marcador, no entanto, foi com muita sede ao pote. Aos 29, em um contra-ataque rápido, o matador Kléber Pereira deixou tudo igual no Planalto.

Envolvido pela equipe de Vanderlei Luxemburgo, o Goiás preocupava-se, apenas em marcar. Mas, no início da segunda etapa, Felipe aproveitou a falha da zaga alvinegra para ampliar para os donos da casa.

Uma forte chuva tomava conta do espetáculo quando o Peixe conseguiu retomar o equilíbrio no jogo. E ainda havia tempo para as duas estréias mais esperadas da noite: Fernandão entrou no Goiás e Émerson foi à campo pelo Santos, porém, só o primeiro teve destaque no confronto.

O alvi-verde retomou o controle da partida e, assim, foi atrás de mais um tento. Entretanto, o camisa 1 Felipe salvou o time da Vila de uma derrota mais elástica.

Por que o Goiás venceu a partida?

Incisivo, o Esmeraldino foi para cima do Santos e conquistou 3 preciosos pontos na briga pela liderança do Nacional.

O que o resultado muda no campeonato?

O Goiás reassume a vice-liderança deixando para trás São paulo e Inter na tabela. Já o Santos vê sua boa sequência ser quebrada na competição.

Clique aqui para conferir a matéria com os vídeos e números da partida

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Tentando juntar os cacos das duas últimas derrotas no Brasileirão para Grêmio e Cruzeiro, respectivamente, o Flamengo foi até Santa Catarina encarar o embaladíssimo Avaí do competente técnico Silas. E, para não perder o costume, foi mais uma vez massacrado.

Levando a campo um time sem nove jogadores considerados titulares, o Flamengo sofreu seu primeiro tento logo aos 7 de bola rolando. Luís Ricardo completou belo cruzamento de Muriqui para dar início ao “baile avaiano” na Ressacada.

O Flamengo que bem que tentou com o Imperador, que foi para o jogo no sacríficio – graças a uma forte gripe que contraiu no meio de semana. O camisa 10 da Gávea recebeu boa bola dentro da área, mas se atrapalhou todo refletindo bem a situação dos cariocas na partida.

Desnorteado, o Rubro-negro carioca sofreu o segundo no ao 30, quando Léo Gago arriscou de longe e, contando com o desvio na zaga, matou o azarado goleiro Bruno. Era o segundo dos donos da casa.

Na etapa complementar, o técnico Andrade tentou arrumar a casa mandando à campo Camacho na vaga de Rômulo. Mas quando a fase é ruim não tem jeito: mesmo “cozinhando” a partida, o Avaí chegou ao seu terceiro gol com Fabinho Capixaba, aos 32 do segundo tempo.

Apesar de abatido, o Fla acreditava que o gol de honra iria sair, porém, a crença era em vão. Fim de jogo e crise em mais um clube carioca.

Por que o Avaí ganhou a partida?

Além de ter jogado muito melhor que o Flamengo, o Avaí contou com um adversário em crise, desorganizado e desequilibrado em campo.

O que o resultado muda no campeonato?

O Avaí surpreende e chega a quarta colocação do Nacional com uma campanha sensacional. Já o Flamengo começa a olhar para a parte debaixo da tabela.

Clique aqui para conferir a matéria com os vídeos e números da partida

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cruzeiro e nauticoSem muitas dificuldades em campo, o Cruzeiro bateu o Náutico por 4×2 em casa e emendou a segunda vitória consecutiva, fato inédito para o time celeste neste Campeonato. Difícil mesmo para o time de Adilson Batista foi manter as luzes do Mineirão acesas. Por cerca de 40 minutos, a energia do estádio ficou desligada.

Fácil fácil, aos 15 segundos de jogo, Gilberto cruzou da direita e Wellington Paulista fez seu primeiro gol na partida. Em seguida, um dos poucos sustos do time da casa: Gilmar, o único que joga bola no Náutico, invadiu a área e foi derrubado por Gil. Ele mesmo cobrou e empatou.

Entretanto, a superioridade técnica do Cruzeiro sobressaía-se, e aos 29 do primeiro tempo, Fabricio acertou lindo chute de fora da área no ângulo do goleiro Gledson. Na primeira etapa, ainda deu tempo para Henrique sofrer pênalti e Wellington Paulista fazer mais um.

Nos 45 minutos finais, já com larga vantagem no placar e em campo, os jogadores cruzeirenses administraram a partida, e contaram com as quedas de energia para quebrar o ritmo do jogo.

No final da partida, Guerrón, que fez sua estréia pela raposa, cruzou da direita e achou novamente ele, Wellington Paulista. O camisa 9, de cabeça, fez seu terceiro tento no jogo e o quarto do Cruzeiro. Nos instantes finais, aos 53, Carlinhos Bala ainda diminuiu para o Timbu.

Por que o Cruzeiro venceu?

O time do Náutico é muito fraco. Tem alguns bons jogadores, mas insuficientes para fazer frente ao time vice-campeão da Libertadores, principalmente quando este está em ascensão.

O que esse resultado muda na classificação?

O Náutico é o primeiro da zona de rebaixamento, e pode descer mais uma posição caso o Botafogo vença justamente o Cruzeiro, que agora já está dentro da zona de classificação à Sul-Americana e, se vencer o glorioso, fica a apenas 6 pontos do G4.

Cruzeiro 4 x 2 Náutico

Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)

Público: 14.708

Cruzeiro: Fábio; Jancarlos (Elicarlos), Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Fabrício, Marquinhos Paraná, Henrique e Gilberto (Soares); Wellington Paulista e Thiago Ribeiro (Guerrón). Técnico: Adilson Batista

Náutico: Gledson; Patrick (Sidny), Vagner, Asprilla e Michel; Nilson (Rudney), Anderson Santana, Derley e Juliano (Acosta); Carlinhos Bala e Gilmar. Técnico: Geninho

Cartões amarelos: Gil, Marquinhos Paraná, Wellington Paulista e Henrique (CRU); Vagner Silva, Derley, Michel, Nilson e Carlinhos Bala (NAU)

Gols: Wellington Paulista, aos 15 segundos, Gilmar, aos 6 minutos, Fabricio, aos 29 e Wellington Paulista aos 36, todos no primeiro tempo; Wellington Paulista, aos 49 e Carlinhos Bala, aos 53 do segundo tempo

Arbitragem: Pablo do Santos Alves (RJ), auxiliado por Marcelo Braz Mariano (RJ) e Emerson Augusto de Carvalho (SP)

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atletico-pr e sao pauloO primeiro tempo de jogo em Curitiba foi muito fraco. O São Paulo, em busca da primeira vitória na Arena da Baixada não conseguia tocar a bola com a mesma qualidade dos últimos jogos. E isso passou muito pela ausência de Hernanes, substituído por Arouca, que não fez boa partida.

As jogadas eram invariavelmente paradas por faltas, e era nas cobranças que os lances mais agudos aconteciam, embora nenhuma chance clara de gol tenha sido criada para nenhum dos dois lados, até porque nem Jorge Wagner e nem Paulo Baier estavam com os pés afiados.

Com a bola rolando, o ex-jogador de Palmeiras, Sport e Goiás era o mais perigoso. Seus lançamentos, aproveitando a velocidade de Marcinho e Wallyson, eram a principal jogada do furacão. Do outro lado, Dagoberto, talvez incentivado pelas vaias da torcida adversária, buscava sempre o jogo, mas não conseguia produzir muita coisa.

O segundo tempo voltou mais aberto, com o time da casa pressionando o tricolor paulista e levando muito perigo a Rogério Ceni. Ricardo Gomes não conseguia fazer seu time trocar passes consecutivos, o que tornava Washington uma peça nula em campo. O técnico tirou o camisa 9 e pôs Borges, que também não foi muito melhor.

No final da partida, Paulo Baier puxou contra-ataque pelo meio, abriu a jogada na direita para Gabriel, que cruzou a bola na área para o camisa 10 rubro-negro decretar o fim da série invicta do São Paulo.

Por que o Atlético-PR venceu?

O São Paulo não conseguiu trocar passes com qualidade e, dessa forma, a bola pouco chegava à Washington. A ausência de Hernanes foi sentida, pois Arouca não o substituiu a altura. Do outro lado, Paulo Baier fez excelente partida e comandou a quinta vitória em seis partidas do furacão sob o comando de Antonio Lopes.

O que esse resultado muda na classificação?

O tricolor vê o Palmeiras abrir 4 pontos de vantagem na liderança, e pode acordar na segunda-feira na terceira colocação caso o Goiás vença o Santos. Já o Furacão, em clara ascensão, respira e já abre, no mínimo, 5 pontos para a zona de rebaixamento.

Atlético-PR 1 x 0 São Paulo

Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)

Público: 22.999

Atlético-PR: Galatto; Manoel, Fransérgio e Chico; Wesley, Rafael Miranda (Bruno Costa), Valência, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Marcinho (Alex Mineiro) e Wallyson (Gabriel). Técnico: Antonio Lopes

São Paulo: Rogério Ceni, Andre Dias, Miranda e Renato Silva; Jean Richarlyson, Arouca, Jorge Wagner e Júnior Cesar; Washington (Borges) e Dagoberto (Hugo). Técnico: Ricardo Gomes

Cartões amarelos: Paulo Baier, Chico e Valência (CAP); André Dias, Miranda, Borges e Dagoberto (SPO)

Gols: Paulo Baier, aos 41 do segundo tempo

Arbitragem: Marcelo de Lima Henrique, auxiliado por Ediney Guerreiro Mascarenhas e Marco Aurélio dos Santos Pessanha, todos do RJ

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Palmeiras x InterO Palmeiras, com uma partida muito segura, venceu o Internacional, por 2×1, em um Palestra Itália com mais de 20 mil pessoas. Graças a esse resultado, o colorado não pode mais ultrapassar o time de Muricy, mesmo que vença suas duas partidas atrasadas.

O primeiro tempo foi todo verde, ou azul, como queiram. Aos 30 minutos, os donos da casa já tinham dado em torno de 10 arremates ao gol, enquanto os visitantes ainda não haviam assustado o goleiro Marcos, de volta à meta palmeirese.

E esse grande volume de jogo aconteceu apesar da ausência do principal armador da equipe, pois Cleiton Xavier saiu machucado logo no início da partida. Sem o camisa 10, a responsabilidade de Diego Souza aumentou, e ele não costuma fugir da raia.

Aos 39 minutos, o sete alviverde entrou driblando na área e sofreu pênalti de Danny Morais, neto de Valdir Joaquim de Morais, grande goleiro da história do clube e membro da comissão técnica. Obina cobrou bem e abriu o placar.

Logo no princípio do segundo tempo, novamente Diego Souza fez jogada individual, partindo da esquerda e cortando para o meio, em diagonal. Seu chute espirrou na zaga e sobrou para Ortigoza, que completou de pé esquerdo.

A partir do segundo gol, até mais ou menos os 20 minutos, o Internacional foi perigoso. Andrezinho fez boa partida e colocou, inclusive, uma bola no travessão. No entanto, o time da casa conseguiu reequilibrar o jogo, podendo até ter feito o terceiro com Armero.

Aos 41, o ótimo meia Giuliano deu dois cortes na entrada da área e acertou o ângulo de Marcos. Esse golaço recolocou o colorado na partida, que pressionou o adversário até os últimos instantes, entretanto, com muita raça, o Palmeiras segurou-se.

Por que o Palmeiras venceu?

O time de Muricy teve mais volume de jogo. Foram 22 finalizações contra 18 do Inter, segundos os dados do Footstats. Diego Souza fez partida primorosa, e seu quase xará, o volante Souza, foi um leão nos desarmes. 11 dos 28 da equipe alviverde foram feitos por ele. Além disso, os alviverdes demonstraram uma disposição em campo acima da média.

O que esse resultado muda no Campeonato?

O Palmeiras mantém a liderança e afasta a possibilidade do São Paulo alcançá-lo nesta rodada. Além disso, o colorado, mesmo que vença seus dois jogos atrasados não pode mais ser o primeiro colocado. Quando todos os jogos forem disputados, o verdão continuará líder.

Palmeiras 2 x 1 Internacional

Local: Palestra Itália, São Paulo (SP)

Público: 22.101

Palmeiras: Marcos; Wendell, Mauricio, Danilo e Armero; Edmilson (Jumar), Souza, Cleiton Xavier (Deyvid Sacconi) (Sandro Silva) e Diego Souza; Ortigoza e Obina. Técnico: Muricy Ramalho

Internacional: Lauro; Danilo Silva, Danny Morais, Sorondo e Kleber; Sandro, Guinazu, Giuliano e Andrezinho (Wagner Líbano); Taison (Bolaños) e Alecssandro. Técnico: Tite

Cartões amarelos: Guiñazu, Danny Morais, Giuliano, Danilo Silva e Sandro (INT); Diego Souza, Deyvid Sacconi e Pablo Armero (PAL).

Gols: Obina, aos 39 do primeiro tempo e Ortigoza aos 2 do segundo tempo; Giuliano, aos 41 do segundo tempo

Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio, auxiliado por Eremilson Xavier Macedo e João Antonio Souza Paulo Neto, todos do DF.

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Espetacular.

De arrepiar.

Para se guardar.

Foi dessa forma que o Club de Regatas Vasco da Gama completou seus 111 anos de glórias e lutas. Mostrando estar mais vivo do que nunca, mesmo na Segundona, a equipe presidida  por Roberto Dinamite deitou e rolou nesta tarde de sábado, no Maraca, contra o Ipatinga, pela última rodada do primeiro turno da Série B.

Logo aos 11 minutos do primeiro tempo, o menino de 100 milhões de euros, Alex Teixeira – em uma partida excepcional -, marcou o primeiro tento do confronto, para delírio dos  quase 80 mil vascaínos presentes no maior do mundo (com esse número, o Machão da Gama bate o recorde de público das quatros divisões do Brasileiro)

Impecável, o Vasco ia coroando sua “imensa torcida bem feliz” com uma atuação de gala. O capitão Carlos Alberto – eleito pelos cruzmaltinos o jogador a vestir a camisa comemorativa com o número 111 – marcou o segundo em um contra-ataque fulminante armado pelo craque do duelo, Alex Teixeira.

Mesmo desnorteado, o Ipatinga voltou para a etapa complementar em busca do empate. Porém, o clube da Colina estava impossível! Em cobrança de penalti, o matador Élton ampliou a contagem e saiu de campo ovacionado para entrada do novo xodó vascaíno, Aloísio Chulapa.

E tinha mais. Alex Teixeira, em mais um contra-ataque, dessa vez puxado por Souza, fechou o caixão e decretou,  além da vitória, a liderança do Vasco na Série B/2009.

Apesar de não ser o time mais populista do Brasil, o cruzmaltino é, com certeza, o mais popular! Parabéns, Vascão!!!

Por que o Vasco ganhou a partida?

Na “Barbearia Maracanã”, os comandados de Dorival Júnior fizeram, simplesmente, barba, cabelo e bigode.

O que o jogo mudou no campeonato?

Com o resultado, o Vasco assumiu a liderança isolada da segundona, com 39 pontos, igualando a campanha do Corinthians na Série B do ano passado. Já o Ipatinga continua sua luta contra a terceira divisão.

Clique aqui para conferir a matéria com os vídeos e números da partida

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barueri x sportMesmo tendo um de seus jogadores expulsos, o Barueri mostrou que não faz parte da primeira metade da tabela a toa, e que o Sport também não é o lanterna da competição por puro acaso, e venceu o Leão jogando na Arena Barueri.

A abelha fez um primeiro tempo superior ao rubro negro. Thiago Humberto já havia exigido boa defesa do goleiro Magrão antes de Val Baiano completar de primeira o cruzamento de Flavinho e tornar-se o artilheiro do campeonato ao lado de Adriano com 10 gols.

Na segunda etapa, Péricles Chamusca sacou o péssimo Moacir e colocou Élder Granja. Os visitantes melhoraram na partida, tendo, inclusive, colocado duas bolas no travessão do goleiro Márcio.  A substituição do treinador rubro-negro funcionou, pois, aos 21 minutos, o ex-lateral do Palmeiras levantou a bola na área e Luciano Henrique, contando com falha do goleiro adversário, fez o gol de empate

O Barueri não desistiu e continuou em busca da vitória. E ela chegou, aos 45 minutos do segundo tempo, em belo chute de direita do canhoto Thiago Humberto.

Por que o Barueri venceu?

Basicamente por ter um time melhor que o do Sport. O rubro-negro pernambucano perdeu o rumo após a eliminação na Libertadores e caminha a passos largos para a segunda divisão

O que esse resultado muda na classificação?

O Barueri chega à sétima posição e consolida sua boa campanha. Já o Sport, continua na lanterna da competição.

Barueri 2 x 1 Sport

Local: Arena Barueri, Barueri (SP)

Público: 2.243

Barueri: Márcio; André Luiz, Leandro Castan e Xandão; João Vitor (Marcos Pimentel), Ralf, Ewerton, Thiago Humberto e Márcio Careca; Flavinho (Otacílio Neto) e Val Baiano (Basílio). Técnico: Diego Cerri

Sport: Magrão; César, Igor e Durval; Moacir (Élder Granja), Andrade, Fabiano, Luciano Henrique e Jonas; Arce (Eduardo) e Lincom (Guto). Técnico: Péricles Chamusca.

Cartões amarelos: Leandro Castan e Otacilío Neto (BAR); César, Arce, Luciano Henrique, Lincom e Durval (SPT)

Cartões vermelhos: Ewerton (BAR)

Arbitragem: Antonio Hora Filho auxiliado por Marcia Bezerra Lopes Caetano (RO) e Helberth Costa Andrade (MG)

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