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Posts Tagged ‘arbitragem’

A torcida cobra com razão. Os jogadores mostram em campo que esta razão não é um dos maiores primores da equipe. O treinador teima em resmungar e culpar a imprensa por tudo que está acontecendo. O presidente fala o que todos gostariam de falar e é suspenso pelo maior circo brasileiro, o STJD. O jogador folclórico acerta um soco em um companheiro e dá um nocaute nas chances de disputa de título. O Palmeiras sucumbe no Campeonato Brasileiro.

Não posso afirmar com todas as certezas que o time do Parque Antártica não será campeão brasileiro, já que neste ano a disputa fica mais no quesito “Quem entrega mais”. Mas a troca de socos entre Obina e Maurício sepultou o Palmeiras, que há tempos pedia para tomar o golpe final. Muricy Ramalho chegou e a ideia era que tudo ficasse melhor do que estava – na liderança. Mas a queda foi livre e hoje o Verdão é uma zebra no Brasileirão.

O torcedor palmeirense arranca da parede mais um calendário completo e não vê sua equipe levar o título nacional. Pelo segundo ano seguido, o que é pior, vê o time disparar e perder força, caindo como um balão que murcha na reta final. A saída de Diego Souza é um dos motivos, claro. E sim, ele saiu, afinal desde que voltou da Seleção não jogou mais bola. Assim como as ausências de Cleiton Xavier e Pierre foram problema também.

Mas a queda do Palmeiras é uma soma complicada de fatores. Não cabe a mim julgar a competência de ninguém que está no comando – do time, do clube, da diretoria… –, mas tenho que exercer minha função nessa coluna e alertar. O Palmeiras? É a maior ciranda de maluco que o Brasil tem hoje. Pobre torcida, que a cada ano só sofre mais. Sofrer por essência, sabemos, é em outro Parque… lá da certo. Com o Verdão? Duvido muito.

Cutucadas

O Goiás jogou pela primeira vez no segundo turno. Logo contra o Flamengo. Pobre Rubro-Negro…

Será que o Internacional ainda está na disputa?

Gols mal anulados, pênaltis fora da área, impedimentos errados. A arbitragem brasileira, assim como STJD, é uma piada de mau gosto

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Estou cansado da falta de Violas e Vampetas no futebol nacional. A pseudo-educação da maioria dos jogadores que atuam hoje em nossos tapetes verdes é irritante. Considerar que o XV de Pirapocabense não é um adversário fraco e que todo o cuidado é pouco contra um time que vem em franca evolução na Série J-3 do Paulista me soa como exagero cretino. Sou da época de que futebol se jogava muito fora dos campos. E vejam vocês, ainda estou completando minha segunda década de vida.

Hoje só discutimos táticas. Todos são especialistas em 3-5-2, 4-4-2, 4-5-1 e outros esquemas utilizados por aí. Sentamos no bar e logo abrimos a latrina, digo boca, para falarmos besteira, digo discutirmos em alto nível. As mais mirabolantes variações táticas são “descobertas”, o deslocamento de atacantes para a ala direita e de zagueiros para a armação são ideia nossas que fariam “com certeza com que esse time jogasse melhor!”. Não! Chega! Não quero mais discutir tática! Não quero mais sentar do lado de gente que faz parte da mais nova onda da internet: a “Geração Sei Tudo, vou ao Google”.

Nunca vou esquecer dos tempos em que Viola, atuando pelo Corinthians, ficava de quatro e imitava um porco só para irritar os palmeirenses. E quando esses mesmo palmeirenses usavam essa imagem para meter uma goleada no jogo seguinte e não só para ir na TV e falar que “o caro Viola está incitando a violência e é um menino muito mau, amém”. Por favor, voltem com os bons tempos! Quero mais apelidos, mais tiradas sarcásticas, mais imitações. Só não quero voltar a ver alguém tirando uma máscara da cueca e colocando na cara. Um pouco de limpeza sempre ajuda, sem dúvidas.

Fernandocarvalhando

Depois desse enorme desabafo feito acima – sei que não vai dar em nada, mas me senti um pouquinho a mais falando o que acho! – vou soprar a corneta bem alto. Os alvos? Os senhores de preto que vem conduzindo as partidas nos campos brasileiros. Os seres mais xingados da face da Terra. Sim, os juízes.

Concordo que muitos dirigentes, jogadores, técnicos e torcedores são muito chatos. Chamam de assalto descarado um impedimento de 0,01 centímetro não assinalado. “Vamos ter calma nóis”, diria um Fulando em Carandiru. E vamos ter calma mesmo. Mas calma não significa ser omisso e passar a mão na cabeça dos apitadores.

Os erros tem sido cada vez mais constantes. E acabam justificando “chororôs” de gente como Fernando Carvalho, diretor do Inter, que nunca aceita as derrotas de seu time. Sempre crê em complôs mirabolantes. Carvalho reclama demais, mas começa a ter razão. Na rodada do último final de semana um impedimento mal assinalado fez com que o Avaí não saísse em vantagem contra o São Paulo em pleno Morumbi. Assim como um pênalti mal assinalado deu a vitória ao Palmeiras, na rodada anterior a esta, contra o Barueri. Ambos os times paulistas citados são concorrentes diretos do Colorado na luta pelo título.

É dar palha para Fernando Carvalho queimar com suas fernandocarvalhices (e perdão pelo neologismo mais do que bestial). É dar brecha para aqueles que lutam pela inserção de máquinas no esporte bretão. É dar abertura para o futebol ficar cada vez mais chato.

Não acabem com meus domingos, senhores juízes. Por favor.

Cutucadas

– Não que o Avaí fosse vencer o São Paulo, mas o gol mal anulado dos catarinenses quando o jogo estava 0 x 0 pode ter mudado bastante coisa. Ponto para Fernando Carvalho.

– Já no Beira-Rio, faltou anular um gol ilegal do Cruzeiro, que deste modo venceu o Inter. Mais um para Fernando Carvalho…

– Quando Muricy Ramalho vai perceber que o Palmeiras não é o São Paulo e que o Verdão não sabe jogar com volantes saindo pelo ladrão?

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Não é de hoje que no mundo de futebol história sobre teorias de conspiração são escutadas. E uma das mais comentadas seria o favorecimento aos clubes membros do eixo Rio-São Paulo. Porém, nesta quarta-feira, vimos duas situações que merecem destaque e que podem calar quem adere a esse tipo de pensamento.

inter-x-spNa noite que abriu a 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo foi ao Beira-Rio para enfrentar o Internacional e empatou por 2 a 2, resultado bom para alguém que não assistiu ao jogo. Mas, para os sãopaulinos que viram seu time lutar em campo, foi ridículo.

Ainda na primeira etapa, os gaúchos abriram 2 a 0 em dois lances muito parecidos, cruzamentos para a grande área e cabeçadas certeiras de Alecssandro. As jogadas foram tão similares que em ambas o atacante colorado encontrava-se em situação de impedimento, inclusive, na segunda, com mais de um metro à frente da defesa tricolor.

Longe de Porto Alegre, em Goiânia, vimos outro clube paulista ser garfado pela arbitragem. No duelo entre Goiás e Palmeiras, o Verdão chegou a abrir o marcador em um golaço de Diego Souza, mas viu sua liderança isolada ir embora quando o árbitro Evandro Rogério Roman assinalou penalidade máxima absurdamente inexistente. No lance, o polivalente Wendel roubou a bola de maneira limpa mas foi acusado de falta, gerando o empate dos locais.

goias-x-palmeirasO gol irregular abateu os palestrinos, que não conseguiram segurar os ânimos dos donos da casa e acabaram sofrendo a virada, em jogada também discutível, uma vez que, para muitos, o atleta esmeraldino encontrava-se em posição de impedimento.

Com a derrota, o Palmeiras permaneceu com seus 25 pontos, dividindo a liderança com o Atlético Mineiro, que ainda joga nesta rodada diante do Fluminense. Mas este início de 13ª rodada nos faz pensar, um sexto título seguido para o estado de São Paulo não seria interessante para a Federação? E seria possível interferências das arbitragens para que isso não ocorra? Vamos continuar de olho.

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