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Posts Tagged ‘Flamengo’

Assim como foi feito no final de cada rodada deste Campeonato Brasileiro, a Equipe do OpinaFute não podia deixar de fazer uma Seleção da competição.

Para a Seleção ser feita, cada um dos integrantes da equipe do site fez um selecionado próprio e, no final, os onze jogadores mais vezes escolhidos foram eleitos para a Seleção do Brasileirão 2009.

Victor – Grêmio

O goleiro do Tricolor Gaúcho se destacou mais uma vez com sua equipe, fazendo sempre grandes partidas e sendo o jogador mais importante do Grêmio. Suas boas atuações chamaram a atenção do técnico Dunga e vem sido convocado constantemente para as partidas que antecedem a Copa da África. Dificilmente fica de fora do Mundial de 2010.

Jonathan – Cruzeiro

Com seu estilo ofensivo de jogar, foi um dos destaques do Cruzeiro até mesmo quando a equipe celeste não vivia sua melhor fase. Assim como o time todo, subiu muito de rendimento no segundo turno do Brasileirão, após o baque da perda da Libertadores ter passado.

Miranda – São Paulo

Assim como Victor, está praticamente garantido na Copa do ano que vem. Cada vez mais se firma como principal zagueiro em atividade no Brasil, se destacando não só na marcação como nas subidas ao ataque. Sua calma é algo difícil de se ver nos defensores da atualidade.

Réver – Grêmio

Apesar de não se mais um garoto, ganhou mais destaque neste ano. Ainda mais do que Miranda, é um zagueiro que se destaca na jogada aérea e que sempre que vai ao ataque leva perigo. Marcou muitos gols importantes pelo Tricolor Gaúcho e também mostra muita segurança na defesa.

Júlio César – Goiás

Ganhou maior destaque na primeira parte do Brasileirão, quando o Goiás ia bem. Com isso, chamou atenção de muitos grandes clubes, principalmente do Corinthians. Tem um estilo muito ofensivo e, por isso, marcou muitos gols. Suas atuações no meio de campo também foram um ponto forte.

Willians – Flamengo

Um total cão de guarda para a zaga do campeão nacional. Viveu alguns altos e baixos durante o Campeonato, mas foi um jogador muito importante para o título rubronegro. Incansável em campo, fez a diferença em muitas partidas.

Pierre – Palmeiras

Coincidência ou não, o alviverde viveu sua pior fase no Brasileirão quando ele se contundiu. É diferencial quando está em campo, tanto pela disposição e marcação, quanto por sua liderança. Exemplo de raça para os companheiros e para a torcida, foi um dos poucos que não ficaram manchados com o vexame do Verdão no Brasileiro.

Diego Souza – Palmeiras

Fez um primeiro turno impecável, assim como grande parte da equipe, mas sofreu muito na segunda parte da competição, quando perdeu seus companheiros Cleiton Xavier e Pierre no meio de campo. Mesmo assim, decidiu jogos a favor do Verdão, muitas vezes com golaços, como o que marcou do meio de campo, contra o Atlético-MG.

Petkovic – Flamengo

Velho? Pode ser. Acabado? Nem pensar. Fez, neste Brasileirão, o que ninguém acreditava. Ressurgiu depois de algumas passagens fracassadas por algumas equipes e foi o maestro que levou o Mengão a um título que a torcida esperava há mais de 15 anos. Quanto mais importante a partida, mais ele jogava.

Diego Tardelli – Atlético Mineiro

Um dos artilheiros do Brasileirão, foi o responsável pelo Galo brigar pelo título por tanto tempo. Virou ídolo da torcida rapidamente e com razão. O Atlético era apontado por muitos como candidato ao rebaixamento e ele foi o responsável por mudar isso. Mesmo que não tenha ganho nada, fez o torcedor atleticano ter orgulho de seu time novamente.

Adriano – Flamengo

Depois de anunciar sua aposentadoria depois de deixar a Inter de Milão, o Imperador voltou em grande estilo ao futebol (mesmo que só tenha o deixado por poucas semanas). Foi, junto com Tardelli, artilheiro do Brasileirão e, junto com Pet, o grande responsável pelo título do Mengão. Mostrou que, quando quer, joga muita bola.

Técnico: Silas – Avaí

Se, no início do Campeonato, alguém lhe dissesse que o Avaí ficaria em sexto lugar no Campeonato, você provavelmente não acreditaria. Ainda mais depois do início ruim da equipe. Silas, entretanto, foi o técnico que conseguiu este feito. Tanto que, ao final do Brasileiro, ele já acertou com o Grêmio e tenta cravar seu nome no hall dos grandes técnicos do Brasil.

Revelação: Jucilei – Corinthians

Chegou pouco antes do início do Campeonato, estreiou na primeira rodada e, antes da virada dos turnos, já era titular absoluto. Aos 21 anos, jogou de volante e de lateral e, em ambas posições, mostrou muita qualidade, persnonalidade e identificação com a torcida. Ponto para a diretoria que achou o jogador no J. Malucelli.

Craque: Petkovic – Flamengo

Voltou ao clube por causa de uma dívida. Muitos falaram mal da contratação, disseram que se tratava de um jogador acabado e que não ia adicionar nada ao Mengão. Ele provou a todos que ainda podia jogar, que podia ser titular e que, ainda mais, podia decidir não só partidas como um Campeonato. A virada flamenguista aconteceu quando ele virou titular. Deixou ainda mais seu nome gravado na História do Fla.

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Tenho na parede do meu quarto três pôsteres do meu time do coração. São três títulos conquistados e que ficarão eternamente na minha memória – e não na parede, claro. São retratos de uma simbologia do futebol e que este ano está sendo maltratada pelos times que disputam o título do Brasileirão. Flamengo, Internacional, Palmeiras e São Paulo – na ordem de classificação e, talvez, favoritismo – enganam bem e escancaram a falta de nível técnico do Campeonato Brasileiro, que pouco a pouco vai se confundindo com emoção. O fato é que nenhum time quer ter seu pôster pronto.

O Flamengo venceu o Corinthians. Ok. O Alvinegro paulista jogava sem vontade e, sem lero-lero, sabemos que a vontade corintiana estava em baixa. Ninguém em São Paulo duvida que o time do Parque São Jorge preferisse perder a partida e conseguir ser o único paulista com um título no final da temporada. Sem nada – ou quase nada – a ver com a história toda, o Mengão saiu com os três pontos de Campinas. Assumiu a liderança e pegará o Grêmio na última rodada. Difícil? Não.

Não será tão difícil assim para o Rubro-Negro enfrentar o Grêmio. Pois maior do que a vontade corintiana de ver seus rivais na seca, é a gremista de ver o Internacional sem o Brasileiro no ano do centenário – que, pasmem, poderá terminar com apenas o Gaúcho conquistado. O Colorado ressurgiu das cinzas e figura na vice-liderança. Não fossem tropeços bobos ao longo do campeonato, seria campeão com antecedência. Hoje, se divide entre a rivalidade e a chance do título. O coração vermelho de Porto Alegre bate, acreditem, um pouquinho mais tricolor.

Quem também ressurge após vacilos inexplicáveis é o Palmeiras. A equipe de Muricy Ramalho, que para muitos e muitos já estava morta, poderia ter ficado com a ponta da tabela ao final desta rodada. Não ficou e, por isso, tem poucas chances de ser campeão. A vaga na Libertadores ainda não está assegurada, mas está bem próxima. Ao bater o Atlético Mineiro, o Verdão parece ter reconquistado a confiança. Pena que enfrentará um desesperado Botafogo, que para não retornar à Série B – seria o segundo rebaixamento em seis anos – precisa da vitória no próximo domingo. É, talvez, o confronto mais difícil dos postulantes ao título. A carta verde, acredito, está fora do baralho.

Quem também está fora é a carta tricolor. O São Paulo tropeçou mais uma vez em sua incompetência – e na competência do Goiás, é bem verdade – e deixou o posto de “o hepta virá neste domingo” para assumir o de “Libertadores será o máximo”. Pela primeira vez Jason morre. Morre porque os jogadores estão apáticos, tristes e, acima de tudo, indisciplinados. O Tricolor paga com derrotas a falta de cabeça de seus atletas, que somam cartões atrás de cartões. Ricardo Gomes fez um belo trabalho, mas ao que parece morrerá na praia. Nada de desesperador para um time que dominou o país nos últimos três anos.

Na ponta de baixo da tabela, destaco outro Tricolor, o das Laranjeiras. Podem dizer que queimei minha língua, e digo que a queimei com orgulho. Desde a volta de Fred estava cravado que o Fluminense não cairia. É elenco para estar no topo. Pena que não soube jogar em boa parte do campeonato. O rebaixamento é passado e torço muito pelo título da Sul-Americana.

Cutucadas

– Obrigado Felipe, goleiro do Corinthians, por protestar de forma tão legal contra a situação da arbitragem brasileira. Precisamos de providências urgentes!

Dorival Júnior saiu do Vasco. O cruzmaltino parece não ter aprendido com alguns rivais como sair bem da Série B

– A CBF colocou Diego Souza e Cleiton Xavier como meias-direita na votação da Seleção do Brasileiro. Não sabia que eles jogavam um em cima do outro no Palmeiras…

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A torcida cobra com razão. Os jogadores mostram em campo que esta razão não é um dos maiores primores da equipe. O treinador teima em resmungar e culpar a imprensa por tudo que está acontecendo. O presidente fala o que todos gostariam de falar e é suspenso pelo maior circo brasileiro, o STJD. O jogador folclórico acerta um soco em um companheiro e dá um nocaute nas chances de disputa de título. O Palmeiras sucumbe no Campeonato Brasileiro.

Não posso afirmar com todas as certezas que o time do Parque Antártica não será campeão brasileiro, já que neste ano a disputa fica mais no quesito “Quem entrega mais”. Mas a troca de socos entre Obina e Maurício sepultou o Palmeiras, que há tempos pedia para tomar o golpe final. Muricy Ramalho chegou e a ideia era que tudo ficasse melhor do que estava – na liderança. Mas a queda foi livre e hoje o Verdão é uma zebra no Brasileirão.

O torcedor palmeirense arranca da parede mais um calendário completo e não vê sua equipe levar o título nacional. Pelo segundo ano seguido, o que é pior, vê o time disparar e perder força, caindo como um balão que murcha na reta final. A saída de Diego Souza é um dos motivos, claro. E sim, ele saiu, afinal desde que voltou da Seleção não jogou mais bola. Assim como as ausências de Cleiton Xavier e Pierre foram problema também.

Mas a queda do Palmeiras é uma soma complicada de fatores. Não cabe a mim julgar a competência de ninguém que está no comando – do time, do clube, da diretoria… –, mas tenho que exercer minha função nessa coluna e alertar. O Palmeiras? É a maior ciranda de maluco que o Brasil tem hoje. Pobre torcida, que a cada ano só sofre mais. Sofrer por essência, sabemos, é em outro Parque… lá da certo. Com o Verdão? Duvido muito.

Cutucadas

O Goiás jogou pela primeira vez no segundo turno. Logo contra o Flamengo. Pobre Rubro-Negro…

Será que o Internacional ainda está na disputa?

Gols mal anulados, pênaltis fora da área, impedimentos errados. A arbitragem brasileira, assim como STJD, é uma piada de mau gosto

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Bruno – Flamengo

Com bela defesas, o arqueiro rubro-negro conseguiu evitar as chances de ataque do Náutico, em pleno Aflitos, e saiu de campo sem ter que buscar a bola em suas redes.

Leonardo Moura – Flamengo

O lateral-direito está voltando a jogar o seu bom futebol, e o jogo contra o Timbú foi a prova disso. Com muita velocidade, infernizou o lado esquerdo da zaga pernambucana.

Émerson – Avaí

O zagueirão avaiano mostrou segurança diante do ataque corinthiano, não deixando Ronaldo levar perigo ao goleiro Eduardo Martini.

Digão – Fluminense

Mais uma vez o jovem zagueiro Tricolor aparece por aqui. Com muita raça e força física, o jogador ganhou a maioria das bolas que dividiu, tanto por baixo quanto pelo alto.

Kléber – Internacional

O lateral-esquerdo não se incomodou de jogar contra o seu ex-time e fez uma bela partida no Beira-Rio, apoiando o ataque sem deixar um grande corredor em seu setor.

Adílson – Grêmio

O jovem volante gremista sentiu-se à vontade no Mineirão e conseguiu ser um primeiro bloqueio defensivo eficiente diante do ataque cruzeirense.

Léo Gago – Avaí

O meiocampista avaiano é uma das principais revelações do campeonato e diante do Corinthians fez uma bela partida. Além de ter sido o principal desarmador do jogo, ainda anotou um golaço.

Hernanes – São Paulo

O meiocampista comandou o Tricolor no duelo contra o Vitória. Impôs seu ritmo em campo e foi essencial no segundo gol, quando roubou a bola e cruzou para Hugo completar às redes.

Maicon – Fluminense

A jovem promessa Tricolor mais uma vez foi crucial para a vitória do seu time. Com habilidade e muita velocidade, deu trabalho à defesa adversária e ainda deixou o seu tento.

Val Baiano – Barueri

O atacante simplesmente decidiu a partida com seus três gols, não dando chances ao ameaçado Botafogo.

Adriano – Flamengo

O Imperador foi o melhor em campo nos Aflitos, chamando a responsabilidade, trombando pela bola, chutando ao gol sempre que tinha a oportunidade, e ainda deixando o seu gol.

Técnico: Luís Carlos Goiano – Barueri

Montou bem sua equipe com trêz zagueiros e os velozes Bruno Ribeiro e Márcio Careca nas alas. Não deu chances ao Botafogo, que nem ameaçou o goleiro Renê, e conseguiu bela vitória por 3 a 0.

Craque da rodada

Val Baiano - Barueri

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São paulinos, palmeirenses e atleticanos, por favor, não deixem de ler esta coluna pelo título dela. Não estou querendo dizer que o Fla seja campeão, e nem torcendo por ele aqui. Porém, não se pode deixar passar a data de 17 de novembro. No dia de hoje, completam-se 114 anos da fundação do Clube de Regatas do Flamengo. A data oficial de fundação foi, depois, alterada para o dia 15 de novembro, para ficar junto com a Proclamação da República e o aniversário do clube ser comemorado em um feriado nacional.

O clube foi fundado no ano de 1895, por um grupo de amigos da praia mais movimentada do Rio de Janeiro, a praia que, hoje, tem mais fama por levar o nome do time com a maior torcida do Brasil. Como era comum na época, o clube não foi fundado para participar de campeonatos de futebol. A paixão naquele final de século era o remo. Principalmente em uma cidade praina, como é a Cidade Maravilhosa.

O futebol no Flamengo só teve início em 1911. O esporte bretão já havia virado febre no país antes, e os torcedores flamenguistas de regatas iam assistir às partidas do rival Fluminense. Entretanto, após alguns desentendimentos, jogadores do Flu foram ao Flamengo e o clube decidiu começar um departamento de esportes terrestres, começando assim, a saga do futebol no Mengão. Logo na primeira partida oficial do rubro negro, o time venceu e convenceu. Uma goleada por 16 a 2 sobre o Mangueira. Não havia como começar melhor a história flamenguista no futebol.

Depois de muitos anos de história, glórias e títulos, o grande momento da história do time das multidões foi na década de 80. Naqueles anos, o time contou com o maior ídolo de sua história, o Galinho Zico. Em uma década, o time conseguiu um recorde de conquistar quatro títulos nacionais em dez anos, feito que ninguém quebrou ainda. O mais próximo disto é o São Paulo que, caso seja campeão este ano, igualará o rubro negro. Além disso, o clube venceu, em sua primeira participação, a Taça Libertadores da América e já se sagrou campeão mundial no mesmo ano.

Além de Zico, outros grandes craques passaram pelo Flamengo ao longo de seus 144 anos. Destaque para Romário, Paulo César “Caju”, Gérson, Fio Maravilha, Bebeto, entre muitos outros.

Atualmente, os grandes craques da equipe e ídolos da torcida são o meio campista sérvio Petkovic e o atacante Adriano. Com os dois, o Fla busca neste ano o título brasileiro, feito que não consegue desde 1992. Entretanto, vencendo ou perdendo, o Flamengo sempre será um dos clubes mais importantes do Brasil.

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Eduardo Martini – Avaí

Decisivo em várias partidas dos avaianos neste ano, o goleiro apareceu mais uma vez muito bem e não deixou que sua rede fosse balançada contra o Vitória.

Jucilei – Corinthians

Deslocado mais uma vez para a lateral-direita, o jovem talento alvinegro continua mostrando que tem futuro promissor.

Digão – Fluminense

Com muita raça, o zagueirão Tricolor não aliviou para o ataque palmeirense e não deixou que o goleiro Rafael levasse muitos sustos no Maracanã.

Leonardo Silva – Cruzeiro

Apesar de um mal início de partida, o zagueiro cruzeirense melhorou ao decorrer do relógio e até chegou a marcar o gol de empate da Raposa na Ilha do Retiro.

Márcio Careca – Barueri

Principal válvula de escape do time, o jogador mais uma vez abusou de suas subidas ao ataque e, diante do Internacional, ainda foi o responsável por abrir o marcador.

Maldonado – Flamengo

Volante que já atuou no Cruzeiro, sentiu-se bem no Mineirão contra o ex-rival Atlético Mineiro. Conseguiu proteger bem o setor defensivo e ainda apareceu como elemento surpresa para deixar seu gol.

Marquinhos Paraná – Cruzeiro

O meiocampista tomou conta do meio de campo na Ilha do Retiro, ajudanto tanto na defesa como no ataque.

Gilberto – Cruzeiro

Mais uma vez o veterano meiocampista conseguiu se destacar e comandar a Raposo rumo à virada sobre o Sport.

Madson – Santos

O baixinho entrou em campo apenas na segunda etapa, mas foi o suficiente para infernizar a defesa do Timbú e ainda dar assistência para Neymar marcar.

Neymar – Santos

Outro que foi à campo na segunda etapa, decidiu a partida em favor do Peixe. Fez dois belos gols, esbanjando habilidade.

Ronaldo – Corinthians

O atacante corintiano parece querer estar na África do Sul em 2010. Mostrou grande movimentação, deu uma assistência para Dentinho e ainda marcou um golaço de canhota.

Técnico: Vanderlei Luxemburgo – Santos

Apesar de ter errado na formação inicial do time, soube consertar no segundo tempo, colocando Neymar e Madson em campo, que foram os grandes responsáveis pela vitória santista.

Craque da rodada

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Neymar - Santos

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Bruno – Flamengo

Simplesmente pegou dois pênaltis no duelo contra o Santos, ambos de Ganso, e garantiu a vitória rubro-negra.

Figueroa – Palmeiras

O chileno já está firmado na lateral-direita do alviverde. Com uma bela batida na bola, o jogador cruzou duas vezes para os gols que deram o empate no clássico contra o Corinthians.

Miranda – São Paulo

Depois de atuações recentes abaixo do seu potencial, o zagueiro voltou a jogar bem e mostrar segurança no setor defensivo do Tricolor, sendo um dos principais responsáveis por parar o ataque do Barueri.

Juninho – Botafogo

Além de ter marcado mais um de seus gols de falta, em bela cobrança, o zagueiro fez bem sua função comandando a zaga do Fogão.

Eltinho – Avaí

Um dos principais jogadores do elenco avaiano, o lateral-esquerdo deu trabalho ao lado direito da defesa do Furacão, além de ter participado com efetividade na defesa.

Adílson – Grêmio

Apesar de ter perdido por 2 a 0 para o Santo André, o jovem volante Tricolor teve bela atuação, mostrando que deverá ter futuro promissor.

Ricardinho – Atlético Mineiro

O pentacampeão mundial comandou o meio do campo do Galo na bela vitória sobre o Goiás, criando as melhores jogadas e ainda deixando o seu nas redes de Harlei.

Defederico – Corinthians

Mesmo ainda sem mostrar o futebol esperado em sua chegada, o argentino conseguiu se destacar no clássico contra o Palmeiras, sendo o responsável pelos passes que deixaram Jorge Henrique e Ronaldo na cara do gol.

Marcelinho Paraíba – Coritiba

Principal jogador do Coxa, mais uma vez chamou a responsabilidade para levar o time à vitória e conseguiu. Infernizou a defesa do Vitória e ainda deu a assistência para o gol de Pereira.

William – Avaí

O atacante chegou ao seu oitavo gol no Brasileirão em grande estilo, com uma bela bicicleta que ajudou o Avaí a bater o Atlético Paranaense.

Fred – Fluminense

O atacante não se importou de estar enfrentando seu ex-time e foi o principal nome em campo, balançando as redes duas vezes.

Técnico: Cuca – Fluminense

Depois de ver sua equipe sair perdendo por 2 a 0, o treinador conseguiu mudar o rumo do jogo durante o intervalo com as entradas de Tartá e Digão e a alteração do 4-4-2 para o 3-5-2, que levou o Tricolor à virada e aos três pontos.

Craque da rodada

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Bruno - Flamengo

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Ao deixar o São Paulo após três Campeonatos Brasileiros conquistados no comando do Tricolor, o treinador Muricy Ramalho foi tirar férias (merecidas) em sua fazenda no interior paulista. Neste período o técnico apreciou, como se aprecia um menú em restaurante, as propostas recebidos pelos clubes do Brasil que necessitavam de um treinador – seja por estarem sem um ou por não confiarem em seus respectivos. Primeiro se falou em Palmeiras, depois em Internacional e finalmente em Santos. Nenhum dos três pareceu agradar e a pedida salarial de Muricy assustava. Em reviravolta sensacional, do nada, o Verdão foi o escolhido.

O momento do alviverde paulista não poderia ser melhor: entre os líderes do Brasileiro a equipe vinha em uma bela ascendente sobre o comando de Jorginho e, para melhorar, havia ganho o último jogo sob o comando do interino, um lindo 3×0 sobre o maior rival, o Corinthians, com três gols de Obina – sim, Obina. Mas Muricy não soube aproveitar o bom momento do clube e hoje, apesar de se manter na liderança, já periga deixar a ponta para times que vêm melhores no torneio como Flamengo, Atlético Mineiro ou o próprio Inter que outrora teria sido “desprezado” pelo treinador.

Depois de perder para Náutico, Flamengo e Santo André em sequência Muricy vê seu trabalho sendo colocado em xeque no Parque Antártica pela primeira vez. As escalações mirabolantes – que já incluíram o atacante Daniel Lovinho na ala direita – e o mau humor crônico para explicar derrotas tem frustrado torcedores que desde 1994 não assistem o Verdão faturar o Brasileiro. E o pior de tudo é que a equipe vem apresentando bem antes das três derrotas um futebol lastimável. Jogava mal e ganhava, contando com sorte ou ajuda de juízes. Hoje joga mal e perde. A situação fica complicada.

Se o elenco do Palmeiras não é o melhor deste campeonato, está com certeza entre os mais qualificados. A desculpa não cola quando usada. O time que entra em campo não tem padrão e isso não depende da qualidade deste ou daquele jogador – apesar de isso fazer, sim, certa diferença. Muricy Ramalho está em uma prova de fogo. Poderá acabar coberto de amendoim.

Cutucadas

– O nível técnico não é dos melhores, mas a emoção desde Brasileiro é alta

– Quando eu penso que o buraco do Fluminense está fundo, o time vai lá e se afunda mais

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Depois de uma semana fraca para a Brasucas ao Extremo, com a maioria das ligas paradas para a disputa das Eliminatórias para a Copa do Mundo, os últimos sete dias mostraram o retorno à normalidade e uma chuva de gols verde-amarelos ao redor do planeta.

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Cacau, agora alemão, com a camisa do Stuttgart

Em clima de Mundial, a viagem começará pelos países que já asseguraram seu passaporte para a África do Sul em 2010. Na Dinamarca, o rodado atacante José Júnior fez o gol do Randers no 1 a 1 diante do Aalborg, fora de casa. Já na Suíça, não teve rodada no Nacional, mas pela Copa do país, os brasileiros trataram de representar. Nos movimentado 5 a 4 do Kriens sobre o Bellizona, o zagueiro Thiago foi o responsável pelo tento da vitória. Perto dali, o meia Juninho Pinheiro, criado na base do Corinthians, deixou o seu nos 3 a 1 do Winterthur sobre o Tuggen. Enquanto o atacante Silvio Carlos garantiu o triunfo do Lugano em cima do Grasshoppers.

Em solo alemão, o naturalizado Cacau tentou, mas não conseguiu evitar a derrota do Stuttgart por 2 a 1 para o Schalke 04. O time ainda foi derrotado de novo na terça-feira, pela Liga dos Campeões, e Élson marcou o único da equipe. Mesma situação do zagueiro André Bahia, que marcou para o Feyenoord, mas acabou sofrendo a virada do Sparta Rotterdam, pelo Campeonato Holandês.

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Maicon vibrou muito contra Genoa

Na atual campeã Itália, a Internazionale atropelou o Genoa por 5 a 0, e o lateral-direito da Seleção Maicon fechou o caixão genovês. Quem não teve a mesma competência foi a Juventus, que ficou apenas no empate com a Fiorentina, graças ao gol de Amauri. Mesma situação da Lazio, que somou um ponto junto a Sampdoria por conta do tento anotado por Matuzalém. No duelo entre Napoli e Bologna, o atacante Adaílton deixou o seu, mas não foi o suficiente para evitar a derrota. Porém, o destaque na “bota” foi a virada do Milan sobre a Roma, com gols de Ronaldinho e Pato. Antes de deixar as macarronadas, pela Série C1/A, Togni marcou nos 2 a 0 do Arezzo sobre o Paganese.

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Ronaldinho e Pato marcaram diante da Roma

Se os atuais campeões não estão com a bola toda, os históricos amarelões da Espanha estão com ar de favoritos, e foi por lá que Marcelo ajudou o Real Madrid a golear o Valladolid por 4 a 2. Pela segunda divisão, o grandalhão Igor, que jogou pelo Ipatinga em 2008, deu os três pontos para o Levante sobre a Real Sociedad.

Saindo dos classificados europeus e seguindo para o resto do mundo, no Japão, Juninho e Edmílson, ambos ex-palmeirenses, garantiram as vitórias de Kawasaki Frontale e Urawa Red Diamonds, respectivamente. Outro ex-alviverde não teve a mesma sorte, e Diego Souza fez apenas o de empate do Kyoto Sanga diante do JEF United. Pela segunda divisão do país, o zagueiro Jean, que atuou pelo Santos entre 95 e 2000 contribuiu com a vitória do Shonan Bellmare. Mesma situação de Maranhão, só que com a camisa do Ventforet Kofu. Os desconhecidos atacantes Dodô e Sales também marcaram, mas seus times, Ehime e Vegalta Sendai, não saíram de campo vitoriosos.

Perto dalí, na Coréia do Sul, Wesley fez os dois do Chunnam Dragons sobre o Daejeon Citizen, enquanto o ex-Palmeiras Luiz Henrique e o ex-Cruzeiro Mota balançaram as redes nas vitórias respectivas do Jeonbuk e Seongnam. Quem não conseguiu sair com os três pontos foi o grandalhão Anderson, que iniciou carreira no Mogi Mirim e fez o seu para o FC Seoul no empate contra o Busan.

Para encerrar as nações já garantidas no próximo Mundial, vamos ao hemisfério sul, onde o meia Makanaki, ex-Santo André, participou do placar de 3 a 3 entre sua equipe, o 3 de Febrero, e o 2 de Mayo, no Paraguai. Indo para o outro lado do mundo, o atacante Cristiano fez os dois do Adelaide United na vitória sobre o Sydney FC, pelo Australiano.

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Brandão fez o seu sobre o Nancy

Depois de passar pelos que já estão tranquilos, é hora dos que ainda sonham por um lugar ao Sol e disputarão as repescagens. Na campeã de 98 França, Brandão fez um na bela vitória do Oympique de Marseille sobre o Nancy. Já o atacante Nenê quis mais, e fez os dois do Monaco no êxito sobre o Lens.

Na Grécia, o lateral Lino, que defendeu clubes como Corinthians, Juventude, Fluminense e Porto, deixou o seu nos 2 a 0 do PAOK sobre o Pas Giannina. Enquanto o atacante Rogério Martins marcou duas vezes para dar três pontos ao Olympiakos Volou pela segunda divisão do país. Adversários dos gregos por uma vaga na Copa, os ucranianos contaram com sete gols brasileiros nos últimos sete dias. Na vitória do Metalist Kharkiv, Jajá, ex-Flamengo fez os dois. Já em Donetsk, Fernandinho e Luiz Adriano balançaram as redes duas vezes cada, enquanto Jadson fez apenas um nos 5 a 1 so Shakhtar sobre o Karpaty Lviv.

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Welliton comemora com companheiro na Rússia

Outros países que se enfrentam são Rússia e Eslovênia. No primeiro, o ex-esmeraldino Welliton deixou o seu para o Spartak de Moscou no clássico diante do Lokomotiv, vencido por 3 a 0. No segundo, o pouco conhecido Marco Tavares, que passou pelo Atlético Paranaense, fez o da vitória do Maribor sobre o complicado Olimpija Ljubljana.

Para fechar os que ainda sonham em disputar a máxima competição de futebol do mundo. Costa Rica e Bahrein. Os latinos terão pela frente o Uruguai, e por lá, o atacante Anderson Andrade fez o da vitória do Brujas sobre o Puntarenas. Já no Oriente Médio, Rico, ex-São Paulo e Grêmio garantiu os três pontos do Al Muharraq sobre o Malkiya.

Agora é hora de passar por aqueles que apenas assistirão a Copa do Mundo do ano que vem. Iniciando pela Escandinávia, mais precisamente na decepcionante Suécia, Kalmar e GAIS ficaram no 2 a 2, com o volante Reinaldo, ex-Palmeiras, marcando para os locais, enquanto Wanderson fez para os visitantes. Já nos 2 a 1 do Hacken sobre o Djurgarden, o jovem Vinícius Lopes contriubuiu para a vitória dos anfitriões. Mas o destaque no país ficou por conta de Álvaro Santos, que fez um hat-trick, nos 3 a 0 do Orgryte sobre o Helsingborg. Antes de deixar a região, na Noruega, Éverton, ex-Grêmio, ajudou na vitória do Fredrikstad sobre o Odd Grenland.

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Ex-corintiano Bobô após marcar

Países que pareciam se estabelecer no cenário futebolístico, Croácia e Turquia não irão ao próximo Mundial. Na terra dos terceiros colocados de 2002, o ex-palmeirense Kahê fez para o Gençlerbirligi na vitória sobre o Sivasspor, o ex-corintiano Bobô deixou o seu no triunfo do Besiktas sobre o Kasimpasa, e Júlio César, que defendeu o Fluminense entre 97 e 2002, fez os dois do Gaziantepspor na virada sobre o Fenerbahçe. Já em solo da terceira colocada de 1998, o desconhecido Dodô vibrou nos 4 a 3 do Inter sobre o Zadar.

Para encerrar o continente europeu, uma passada por países que já contaram com seleções históricas. Na Hungria de Puskas, que contou com Leandro de Almeida marcando na goleada do Debrecen sobre o Vasas Budapest. Na Bulgária de Stoichkov, Luiz Eduardo fez os dois do Montana na derrota por 3 a 2 para o Lokomotiv Plovdiv. E na Romênia de Hagi, Gerlem e Wesley garantiram o 2 a 1 do Vaslui sobre o Unirea, enquanto o atacante Nei, ex-Guarani comemorou duas vezes na goleada do Cluj em cima do Rapid.

Rumo ao desfecho, na Ásia, mais precisamente nos Emirados Árabes Unidos, Marcelinho e Émerson, participaram, respectivamente, das vitórias do Sharjah e Al-Ain, enquanto Pedrão fez o seu na derrota do Al Shabab para o Al Dhafra. Na China Leandro Netto deixou o seu nos 3 a 1 do Henan Siwu sobre o Qingdao Jonoon, e José Duarte, ex-Vila Nova, Goiás e Anapolina, garantiu os três pontos do Chongqing Lifan em cima do Shaanxi Zhongxin.

Essa semana, em clima de Copa, fica por aqui. Daqui sete dias volto com mais do brilho verde e amarelo pelo mundo.

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O objetivo é dar emoção para todos os jogos disputados, da primeira à última rodada. Ok. Outro objetivo é premiar o time mais organizado e estruturado. Ok. Nos últimos anos o melhor e mais organizado tem vencido, premiando e consagrando a fórmula dos pontos corridos. Nada de errado até aí. Desde 2003 muito se fala sobre uma evolução do futebol brasileiro depois que o Brasileirão passou a ser disputados em turno e returno, com o campeão sendo o time que mais somou pontos em todos os jogos.  Desde então tivemos seis torneios disputados – excluindo, é claro, o que ainda está vivo – e tivemos quatro campeões: Cruzeiro, Santos e Corinthians levaram um troféu cada, enquanto o São Paulo faturou nada menos do que três. O problema não está aí.

Na última semana a Rede Globo, detentora dos direitos de transmissão do Brasileiro enviou carta para todos os times que disputam a Série A propondo a extinção dos pontos corridos e a volta dos mata-matas, em ato que muitos especialistas consideram como uma regressão. Volto a insistir que meu problema não está na fórmula de disputa, mas sim no nível técnico que vem sendo apresentado. O Brasileirão 2009 tem sido um prato cheio para aqueles que defendem a volta dos playoffs no Nacional. O nível de disputa tem sido horripilante e só não temos um campeão definido já neste momento porque os times que tiveram a chance de abocanhar o título falharam vergonhosamente.

O Palmeiras de Muricy Ramalho parecia caminhar sossegado para conseguir seu pentacampeonato e sair de uma fila que já dura desde 1994. Mas o time tem jogado mal e abusado da falta de competência dos adversários pelo caneco, que tem vacilado nas rodadas que o Verdão perde. A sonora derrota para o Flamengo, em pleno Parque Antártica, acendo uma luz vermelha e intensa na Academia. Nem mesmo jogando em casa, onde se deu bem até aqui, o alviverde paulista consegue impor se jogo. Um risco desnecessário e que antes não existia tem ficado cada vez mais real.

Pior – e muito – do que o Palmeiras é o Internacional, talvez a equipe mais cornetada por esse que aqui vos fala. Com um dos melhores elencos do Brasil o Colorado tem feito um esforço sobrenatural para aumentar para 31 anos o tempo sem vencer o Brasileiro. O tropeço do Verdão diante do Fla teria sido perfeito se o Inter não tivesse tomado DOIS gols de um ZAGUEIRO do Fluminense, PIOR time do Campeonato. Sendo que um dos gols do zagueirão Gum aconteceu nos minutos finais da partida, que terminou empatada. O problema dos gaúchos não parece mesmo ser o Tite, treinador demitido do clube. A chegada de Mário Sérgio manteve os jogadores atuando com a mesma postura anterior: com medo de ser feliz.

Não menos pior vêm alguns outros times como o Corinthians, que ainda não decidiu se está ou não de férias ou o São Paulo, que na soberba de se achar imortal tem caído pelas tabelas com péssimas atuações. Podemos ainda somar a péssima campanha do Atlético Mineiro na parte intermediária do torneio e o medo do Grêmio de ganhar fora de casa. O próprio Flamengo, que muitos citam como exemplo de superação, perdeu a chance de ser líder absoluto hoje quando perdeu jogos risíveis no começo do Brasileiro. São erros de todas as partes que fazem com que o Campeonato Brasileiro seja decidido com nivelação por baixo. Ganhará o que errar menos e não o que acertar mais.

Cutucadas

– Ponto forte da equipe nos últimos anos, a zaga do São Paulo foi destruída pelo esquema de Ricardo Gomes

Vanderlei Luxemburgo, mesmo longe dos holofotes, tem mostrado cada vez mais que não é mais o técnico prestigiado de outros tempos: o Santos não sai mais do lugar

– Simplesmente bizarro o pênalti batido por Vágner Love. As crianças que nadavam na piscina do Palestra devem ter se assustado. Eu, como moro perto do estádio, vou ver se a janela do meu apartamento segue intacta. Que fase…

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