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Posts Tagged ‘Júlio Cesar’

Assim como foi feito no final de cada rodada deste Campeonato Brasileiro, a Equipe do OpinaFute não podia deixar de fazer uma Seleção da competição.

Para a Seleção ser feita, cada um dos integrantes da equipe do site fez um selecionado próprio e, no final, os onze jogadores mais vezes escolhidos foram eleitos para a Seleção do Brasileirão 2009.

Victor – Grêmio

O goleiro do Tricolor Gaúcho se destacou mais uma vez com sua equipe, fazendo sempre grandes partidas e sendo o jogador mais importante do Grêmio. Suas boas atuações chamaram a atenção do técnico Dunga e vem sido convocado constantemente para as partidas que antecedem a Copa da África. Dificilmente fica de fora do Mundial de 2010.

Jonathan – Cruzeiro

Com seu estilo ofensivo de jogar, foi um dos destaques do Cruzeiro até mesmo quando a equipe celeste não vivia sua melhor fase. Assim como o time todo, subiu muito de rendimento no segundo turno do Brasileirão, após o baque da perda da Libertadores ter passado.

Miranda – São Paulo

Assim como Victor, está praticamente garantido na Copa do ano que vem. Cada vez mais se firma como principal zagueiro em atividade no Brasil, se destacando não só na marcação como nas subidas ao ataque. Sua calma é algo difícil de se ver nos defensores da atualidade.

Réver – Grêmio

Apesar de não se mais um garoto, ganhou mais destaque neste ano. Ainda mais do que Miranda, é um zagueiro que se destaca na jogada aérea e que sempre que vai ao ataque leva perigo. Marcou muitos gols importantes pelo Tricolor Gaúcho e também mostra muita segurança na defesa.

Júlio César – Goiás

Ganhou maior destaque na primeira parte do Brasileirão, quando o Goiás ia bem. Com isso, chamou atenção de muitos grandes clubes, principalmente do Corinthians. Tem um estilo muito ofensivo e, por isso, marcou muitos gols. Suas atuações no meio de campo também foram um ponto forte.

Willians – Flamengo

Um total cão de guarda para a zaga do campeão nacional. Viveu alguns altos e baixos durante o Campeonato, mas foi um jogador muito importante para o título rubronegro. Incansável em campo, fez a diferença em muitas partidas.

Pierre – Palmeiras

Coincidência ou não, o alviverde viveu sua pior fase no Brasileirão quando ele se contundiu. É diferencial quando está em campo, tanto pela disposição e marcação, quanto por sua liderança. Exemplo de raça para os companheiros e para a torcida, foi um dos poucos que não ficaram manchados com o vexame do Verdão no Brasileiro.

Diego Souza – Palmeiras

Fez um primeiro turno impecável, assim como grande parte da equipe, mas sofreu muito na segunda parte da competição, quando perdeu seus companheiros Cleiton Xavier e Pierre no meio de campo. Mesmo assim, decidiu jogos a favor do Verdão, muitas vezes com golaços, como o que marcou do meio de campo, contra o Atlético-MG.

Petkovic – Flamengo

Velho? Pode ser. Acabado? Nem pensar. Fez, neste Brasileirão, o que ninguém acreditava. Ressurgiu depois de algumas passagens fracassadas por algumas equipes e foi o maestro que levou o Mengão a um título que a torcida esperava há mais de 15 anos. Quanto mais importante a partida, mais ele jogava.

Diego Tardelli – Atlético Mineiro

Um dos artilheiros do Brasileirão, foi o responsável pelo Galo brigar pelo título por tanto tempo. Virou ídolo da torcida rapidamente e com razão. O Atlético era apontado por muitos como candidato ao rebaixamento e ele foi o responsável por mudar isso. Mesmo que não tenha ganho nada, fez o torcedor atleticano ter orgulho de seu time novamente.

Adriano – Flamengo

Depois de anunciar sua aposentadoria depois de deixar a Inter de Milão, o Imperador voltou em grande estilo ao futebol (mesmo que só tenha o deixado por poucas semanas). Foi, junto com Tardelli, artilheiro do Brasileirão e, junto com Pet, o grande responsável pelo título do Mengão. Mostrou que, quando quer, joga muita bola.

Técnico: Silas – Avaí

Se, no início do Campeonato, alguém lhe dissesse que o Avaí ficaria em sexto lugar no Campeonato, você provavelmente não acreditaria. Ainda mais depois do início ruim da equipe. Silas, entretanto, foi o técnico que conseguiu este feito. Tanto que, ao final do Brasileiro, ele já acertou com o Grêmio e tenta cravar seu nome no hall dos grandes técnicos do Brasil.

Revelação: Jucilei – Corinthians

Chegou pouco antes do início do Campeonato, estreiou na primeira rodada e, antes da virada dos turnos, já era titular absoluto. Aos 21 anos, jogou de volante e de lateral e, em ambas posições, mostrou muita qualidade, persnonalidade e identificação com a torcida. Ponto para a diretoria que achou o jogador no J. Malucelli.

Craque: Petkovic – Flamengo

Voltou ao clube por causa de uma dívida. Muitos falaram mal da contratação, disseram que se tratava de um jogador acabado e que não ia adicionar nada ao Mengão. Ele provou a todos que ainda podia jogar, que podia ser titular e que, ainda mais, podia decidir não só partidas como um Campeonato. A virada flamenguista aconteceu quando ele virou titular. Deixou ainda mais seu nome gravado na História do Fla.

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A vitória do Internacional sobre o Santo André no sábado havia deslocado o Goiás para a terceira colocação do Brasileirão. Para voltar ao posto de segundo melhor time do certame a equipe comandada por Hélio dos Anjos precisava vencer o Vitória, reestreando Vagner Mancini, no Serra Dourada. E o fez, mas com uma boa dose de sofrimento para os torcedores esmeraldinos.

Os dois times demoraram para se encontrar em campo e, quando conseguiram tal feito, o mandante conseguiu sem dificuldades abrir o placar. O gol sofrido atordoou os baianos, que se perderam novamente dentro do Serra Dourada. Erros de passe e posicionamento por parte dos visitantes acabaram culminando na amplicação do placar para o Goiás. Um gol logo em seguida, no entanto, diminuiu a vantagem e deixou o jogo muito melhor.

Após fazer o gol e ir para o intervalo, o Vitória se postou melhor e equalizou as ações de campo. O Goiás se preocupava mais em não tomar outro gol do que em voltar a abrir dois tentos de vantagem. Foi castigado com o empate aos 13 da segunda etapa. O que era um ótimo resultado se tornou um péssimo placar. Péssimo até o último minuto, quando a estrela de Julio César brilhou e o meia/ala recolocou seu time na segunda colocação do Brasileiro.

Por que o Goiás venceu?

E inegável a sorte esmeraldina nesta partida. Após um futebol apático durante exatos 90 minutos o time de Hélio dos Anjos conseguiu a vitória no estouro do tempo. Pior para o Vitória que, caso tivesse empatado, teria um resultado merecido para levar para a Bahia.

O que o jogo muda no campeonato?

Apenas dois pontos separam o líder Palmeiras do vice-líder Goiás neste momento. Com dois jogos a menos – e quatro pontos de desvantagem para o líder – o Inter fica em terceiro. A briga pelas primeiras posições afunila de vez.

Goiás 3 x 2 Vitória

Local: Serra Dourada, Goiânia (GO)

Goiás: Harlei; Valmir Lucas, Ernando e Leandro Euzébio; Vitor, Ramalho, Fernando (Filipe), Léo Lima (Douglas), Felipe Menezes (Gomes) e Julio César; Iarley. Técnico: Hélio dos Anjos

Vitória: Gleguer; Apodi, Anderson Martins, Wallace e Leandro; Magal, Gil (Carlos Alberto), Jackson e Leandro Domingues; Willian (Neto Berola) e Roger (Leandrão). Técnico: Vágner Mancini

Gols: Felipe Menezes, aos 25 e Fernando, aos 30 minutos do primeiro tempo e Júlio César, aos 45 minutos do segundo tempo (Goiás); Leandro Domingues, aos 32 minutos do primeiro tempo e Neto Berola, aos 13 minutos do segundo tempo (Vitória)

Cartões amarelos: Ramalho e Leandro Euzébio (Goiás); Wallace, Anderson Martins, Gil, Magal e Neto Berola (Vitória)

Arbitragem: Luiz Flávio de Oliveira (SP), auxiliado por Carlos Augusto Nogueira Júnior e Vicente Romano Neto

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Hoje a noite, no Arruda, Brasil e Paraguai se enfrentam pela 14ª rodada das Eliminatórias Sul Americanas para a Copa do Mundo. As Seleções brasileira e paraguaia são, respectivamente, primeira e segunda colocadas na tabela de classificação, com os mesmos 24 pontos e já estao praticamente classificadas para a Copa da África do Sul em 2010.

Porém, neste jogo, o Brasil pode se vingar de sua única derrota nas Eliminatórias. Há quase um ano, a Seleção caiu diante do Paraguai por 2 a 0, gols de Roque Santa Cruz e Cabañas, na casa do adversário. Jogando em casa, o time tupiniquim busca mostrar que está pronto tanto para a Copa do Mundo quanto para a Copa das Confederações, que começa ainda este mês.

Kaká pretende marcar para homenagear seu filho, Luca, aniversariante do dia

Para isso, o Brasil conta com sua defesa, que vem sendo excepcional. Júlio Cesar só sofreu 1 gol nos últimos 8 jogos pelas Eliminatórias e o Brasil tomou apenas 5 gols nos 13 da competição. Juan e Lúcio são indiscutívels e são a base da muralha brasileira. Os laterais ainda não se firmaram, tanto que os jogadores dessa posição tem variado, principalmente na esquerda, já que Maicon e Daniel Alves revezam, mas são, sem dúvidas, os dois laterais brasileiros para a Copa.

A única dúvida em relação à equipe que enfrenta o Paraguai hoje, em Recife, às 21h40 é sobre o substituto de Luís Fabiano no comando do ataque. O jogador é o artilheiro do Brasil nas Eliminatórias e está firmado na posição, mas levou o terceiro cartão amarelo contra o Uruguai, no último sábado e, por isso, não joga na noite de hoje. As opções são Alexandre Pato, do Milan, e Nilmar, do Internacional. Pato é mais centroavante que Nilmar, mas este é mais veloz e pode levar vantagem para cima da zaga paraguaia. Os dois estão em alta em seus clubes e, com certeza, quem entrar estará apto a substituir Luís Fabiano.

FICHA TÉCNICA:
BRASIL X PARAGUAI

Estádio: Arruda, Recife (PE)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Oscar Ruiz (COL)
Auxiliares: Abraham González (COL) e Wilson Berrío (COL)

BRASIL: Júlio César, Maicon, Lúcio, Juan e Kleber; Felipe Melo, Gilberto Silva, Elano e Kaká; Robinho e Alexandre Pato (Nilmar). Técnico: Dunga.

PARAGUAI: Justo Villar; Darío Verón, Da Silva, Julio César Cáceres e Caniza; Vera (Jonathan), Edgar Barreto (Ledesma), Víctor Cáceres e Riveros; Dante López e Cabañas.. Técnico: Gerardo Martino.

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